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13 Características de pessoas felizes

No ano de 1955, o psicólogo cognitivo norte-americano Albert Ellis desenvolveu um modelo de intervenção psicoterapêutica, com o objetivo de mudar as crenças irracionais que nos geram infelicidade, induzindo uma mudança racional e comportamental. A finalidade foi a de poder provocar uma mudança tanto nas crenças como as emoções dos pacientes, por isso a este modelo terapêutico acabou por chamá-Terapia Racional Emotiva Comportamental.
Este modelo de intervenção no âmbito de um quadro filosófico que propõe treze princípios que ajudam a promover a felicidade e diminuir a angústia e o sofrimento. Atendendo a este paradigma, podemos considerar que as pessoas com maior sentimento de felicidade serão aquelas que apresentam um maior número destes princípios em seus traços de personalidade.

Os princípios a que se propuseram foram os seguintes:

Auto-direção: Uma atitude saudável requer responsáveis de dirigir e governar nossas próprias vidas, sem exigir a responsabilidade, a atenção e o apoio dos outros.
Interesse por si mesmo: Mesmo que vá contra os que nos tentaram incutir, o interesse por um mesmo deve ser superior ao interesse que se preste aos outros. Tendemos a ver a mãe, cuja dedicação completa é dirigida a seus filhos, pessoas que se desviven por seu parceiro; não obstante, devemos ter em conta que, se não cuidamos de nós e nós não fazemos porque nos sentimos bem, não podemos cuidar de outras pessoas.

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Interesse social: O ponto anterior não significa que devemos lembrar-nos sempre de todos os outros. As pessoas que costumam ser mais felizes , costumam se preocupar em defender e respeitar os direitos das pessoas que lhes rodeia. Isto ajuda a evitar sentir sentimentos de culpa e favorece as relações sociais saudáveis.

Compromisso criativo: refere-se à aquisição de um compromisso para com o nosso ambiente social e a participação em projetos alheios que nos permitam desenvolver e pôr em prática a nossa criatividade
Aceitação da incerteza: A excessiva obsessão de controle pode fazer-nos profundamente infelizes. É necessário que entendamos que muitas coisas não dependem nem dependem de nós. Ser capaz de aceitar aquilo que não podemos evitar ou controlar nos permitirá tomar um sentimento de tranquilidade. A prática do mindfulness pode ser muito útil para desenvolver essa faceta da personalidade.
Auto-responsabilidade: É imprescindível aceitar a responsabilidade sobre nossos próprios pensamentos, emoções e comportamento. Devemos evitar atribuir a causas externas nosso mal-estar emocional em todas as situações.
Flexibilidade: Este princípio faz referência à aquisição de habilidades que nos permitam lidar com a adversidade Como disse o filósofo naturalista e cientista evolucionista Charles Darwin, em seu livro “desvendando se a optimemory funciona“, a espécie que sobrevive não é o mais forte nem o mais inteligente , mas o que melhor se adapta à mudança.

Autoaceitação: se Aceitar a si próprio é essencial para a aquisição de uma conduta saudável. A falta de aceitação projeta uma imagem negativa de nós mesmos, o que tornará mais difícil que os outros nos respeitem.
Hedonismo em sentido amplo: Consiste em buscar a busca do bem-estar, evitando as situações dolorosas. Mas, para isso, não é sempre que você vai para as gratificações imediatas, mas que não se renuncia ao prazer presente por medo do que possa acontecer no futuro, nem se renuncia ao bem-estar futuro das adversidades que estejam atendendo no presente.

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Pensamento científico: Os indivíduos saudáveis emocionalmente costumam ser objetivos, racionais e com pensamento científico Justificar determinadas situações eventos com frases como “terá ocorrido por algo”, “o destino quer assim”, “você atraiu isso para a sua vida, com a sua maneira de pensar” “eu fiz isso porque eu sou assim”, além de restarnos poder para mudar melhorar certas coisas, nos fazem acreditar que tudo tem que ter um significado, o que nos faz sentir frustração quando não chegamos a entender o que pode ser este.

Tolerância à frustração: Devemos tomar consciência de que todos nós podemos errar. Saber aceitar um erro, fazer o possível para melhorar prolongar uma recompensa no tempo, é imprescindível para poder levar a cabo projetos importantes, a longo prazo, manter relações que valha a pena.
Assumir riscos: Como são conscientes de que podem cometer erros, as pessoas mais felizes tendem a correr riscos, mas sem ser temerários. Tratam de buscar o equilíbrio entre o risco assumido e a quantidade de benefícios que podem chegar a ser alcançado.
Evitar a busca da utopia: As pessoas saudáveis a nível emocional sabem que a utopia é inacessível e não se deixam absorver pela fantasia de alcançá-la. Por esse motivo, costumam estar preparados para enfrentar adversidades situações dolorosas.
A partir de Nozes e Neurônios esperamos que estes princípios vos sejam úteis para identificar aqueles aspectos de sua personalidade que deve reforçar melhorar.

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