Jaraguá do Sul
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 Prefeito:
Cecília Konell
Câmara Municipal
Avenida Getúlio Vargas, 621 - Centro - Jaraguá do Sul - Tel. (47) 3371-2510
 Vereadores:
• Ademar Braz Winter
• Jean Carlo Leutprecht
• Ademar Possamai
• Jose Ozorio de Avila
• Eugênio José Juraszek
• Justino Pereira da Luz
• Francisco Valdecir Alves
• Lorival Dionisio Demathe
• Isair Moser
• Natália Lucia Petry
• Jaime Negherbon  
 Período do Mandato:
De 01 de janeiro de 2009 à 31 de dezembro de 2012
Brasão e Bandeira
Brasão de Jaraguá do Sul Bandeira de Jaraguá do Sul
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Os primeiros habitantes

O interior do Estado de Santa Catarina foi habitado pelos grupos indígenas Xokleng e Kaingang, ambos do grupo lingüístico Jê ou Tapuia. Por estarem relativamente protegidos pela distância do litoral, foram preservados do extermínio liderado pelos colonizadores portugueses, o qual dizimou os grupos Carijó do litoral catarinense.

A alimentação dos índios no interior era à base caça e coleta de pinhão. Alguns grupos também praticavam a agricultura, plantando principalmente milho e aipim. Nas vestes, usavam os tecidos trançados de fibra de urtiga feitos pelas mulheres. As mulheres também trabalhavam o barro e moldavam potes para o uso diário. Na caça e na guerra, usavam arcos, flechas e lanças com ponta de bambu ou osso, geralmente com veneno na ponta.

Com a colonizaçãao do interior catarinense a partir da segunda metade do século XIX, os grupos indígenas foram pouco a pouco perdendo seu espaço. Além de serem afugentados pelos europeus, as tribos brigavam entre si pelo pouco de caça que sobrava. Com o passar do tempo e a diminuição gradativa da alimentação, foi inevitável o choque direto com as colônias. Foi então que o governo e os próprios colonos começaram a pagar Tropas de Bugreiros.

Constituídas por cerca de uma dezena de homens fortemente armados, as tropas seguiam as trilhas dos índios até chegarem aos acampamentos. Lá, esperavam o dia amanhecer e dizimavam a tribo. A crueldade desses abates chocaram moradores tanto da província quanto do país, que saíram em defesa das tribos. A maneira encontrada para minorar esse choque era promover a pacificação dos selvagens.

As tentativas de pacificação ocorreram a partir de 1907, mas apenas em 1912, com a criação de uma reserva em uma área de 30 mil hectares nos arredores de Ibirama , é que ações objetivas nesse sentido foram tomadas. No entanto, essa aproximação resultou no aculturamento dos índios Xokleng e no extermínio em decorrência das doenças dos branco.

A fundação

As terras onde hoje está localizada a cidade de Jaraguá do Sul foram dadas, juntamente com outra porção do norte catarinense, ao conde d´Eu como dote pelos seu casamento com a princesa Isabel, filha de dom Pedro II. O conde então solicitou ao seu amigo Emílio Carlos Jourdan, engenheiro e coronel honorário do Exército Brasileiro, que demarcasse o local.

Encantado com a beleza da terra, Emílio Carlos Jourdan requereu a posse de de uma parte dela, onde fez uma plantação de cana e construiu um engenho. Como o rio e o morro Jaraguá já eram conhecidos, Jourdan nomeou suas terras de “Estabelecimento Jaraguá”. Embora não se saiba a data certa em que isso aconteceu, foi decidido o dia 25 de julho de 1876 como data da fundação da cidade.

Por essa época, a região fazia parte de São Francisco do Sul e, posteriormente, a Paraty, conhecida atualmente como Araquari. Com a emancipação de Paraty, Jaraguá passou a ser posse de Joinville, sendo reanexada a Paraty. Em 1898, já com um Distrito Policial, um Distrito de Paz e uma Intendência Distrital, voltou a fazer parte de Joinville, agora como 2º Distrito.

Em 1934, o Decreto nº 565 de 26 de março elevou o distrito à categoria de Município. Os limites incluíam o território do atual município de Corupá desmembrado 24 anos depois.

Como em Goiás existia uma cidade mais antiga com o nome de Jaraguá, o Decreto-Lei estadual nº 941 de 31 de dezembro de 1943 modificou o nome da cidade para Jaraguá do Sul.

A colonização

Alguns fatos colaboraram para a colonização européia em Santa Catarina no século XIX. Entre eles, a forte campanha abolicionista, que fez com que o Governo Imperial desse preferência à mão de obra livre branca em detrimento à escrava negra.

Um nome de destaque foi o de Johan Jacob Sturz. Tendo sido Cônsul Geral do Imperial Governo Brasileiro na Prússia, Sturz estava bem informado sobre os desajustes sociais vigentes na Europa e na possibilidade de imigração alemã para a América. Assim, foi nomeado como representande do Brasil na Prússia para levar a cabo o projeto de a mão de obra escrava no País.

O próximo passo foi dado em 1850 pelo Presidente da Província, João José Coutinho, ao aprovar a Sociedade Colonizadora de Hamburgo, que já tinha adquirido 8 léguas na colônia Dona Francisca, atual Joinville. Ali foram assentados os colonizadores alemães, polacos e suíços que deram origem à cidade. Destes, alguns polacos e muitos alemães compraram lotes em Jaraguá do Sul, vendidos pelo próprio Emílio Carlos Jourdan.

Jaraguá do Sul também recebeu famílias húngaras e italianas que entraram no País via Rio Grande do Sul o os 54 escravos que vieram para trabalhar com Emílío Carlos Jourdan deram origem à comunidade negra da cidade.

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