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Aqui você encontra as principais informações
para conhecer a cidade de Campos do Jordão. |
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O que se pode
dizer sobre Campos do Jordão
que não tenha sido dito?
As terras adquiridas pelo Brigadeiro
Jordão, no século
XIX, sempre tiveram propriedades
medicinais, e isso sabia-se desde
seu primeiro povoamento, por volta
de 1874. Criada para ser uma estância
de repouso e tratamento, Campos
do Jordão tornou-se uma
estância turística
que brinda seus visitantes com
um dos melhores climas do mundo
e, para compensar o frio natural,
muito calor humano.
É impossível não
se encantar com a simpatia dos
habitantes da Suíça
brasileira, ou ficar apaixonado
pelas belezas naturais de uma
terra que vive do turismo, e vive
muito bem! Mas isso também
já é sabido há
muito tempo...
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Números
Gerais |
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Mapas |
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| Novo sistema com
o mapa das principais cidades. Você pode
escolher entre mapa de ruas ou fotos de satélite
ou os dois juntos! |
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Sites
Oficiais
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Informações
Complementares
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• Campos do Jordão
está localizada à leste da Capital
de São Paulo, Serra da Mantiqueira, no
médio Vale do Paraíba. |
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Estância Climática, Turismo Cultural,
de Aventura e de Montanha. |
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Latitude: 22º 41' 15" S
• Longitude: 45º 33' 45" W |
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São Paulo - 167 km
• Rio de Janeiro - 303 km
• Belo Horizonte - 477 km
• Taubaté - 36 km
• São José dos Campos - 82
km
• Pouso Alegre - 87 km |
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BR-116 Rodovia Presidente Dutra
• SP-123 Floriano Rodrigues Pinheiro
• SP-50 Monteiro Lobato |
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Norte - Itajubá, Pirangussu e Wenceslau
Braz
• Leste - Guaratinguetá
• Sul - Pindamonhangaba
• Oeste - São Bento do Sapucaí |
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Tropical temperado, não apresentando nebulosidade
úmida, ventos constantes ou chuvas excessivas.
Seu clima de montanha é reconhecido como
um dos melhores do mundo. Suas quatro estações
São bem definidas, podendo-se observar
cenários de grande beleza durante todo
o ano. |
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Temperatura média anual de 13° C |
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O solo do município, é, em geral,
formado de gnaisses xistosos e micaxistos, e as
montanhas mais altas São de granito ou
de gnaisse granitóide. Subindo o Vale do
Paraíba, o granito grosso nas encostas
da serra, mostra-se em grandes lajedos, em dorsos
lisos ou em blocos amontoados de tamanhos e formas
pitorescos. Na parte setentrional de Campos do
Jordão, aparece superposto ao granito,
um xisto micaceo muito fragmentado e com camadas
verticais. Alí, nas fraldas dos morros
pelados, onde a Vegetação arbórea
não prospera, o quartzo branco em fragmentos
angulosos e miúdos, cobre o solo em larga
extenSão. Pendendo para o pequeno Vale
dos Pilões, o granito aparece em extensas
lombas, descobertas em dorso negro e liso; mais
adiante, apresenta-se em escarpa aprumada, sob
camadas de quartizito. Para o Sul, ainda na margem
do Planalto, o granito aflora, freqüentemente,
e levanta cabeços redondos e pitorescos
nas cabeceiras do Piagui. A Pedra do Baú
e os sucessivos contrafortes que dela fazem parte,
separando os pequenos vales do Capivari, do Jaú,
do Pirangussu, Vargem Grande e do Baú,
São também de granito ou gnaisse
granitóide, que aí formam os pontos
mais elevados da região. São freqüentes
as rochas ferruginosas como os conglomerados recentes,
compostos de massas de minério de ferro,
ligadas por um cimento de limonito, a que se dá
o nome de canga. As águas em geral São
límpidas, leves, doces e salutíferas,
havendo águas minerais. O município
faz parte do complexo cristalino da Mantiqueira,
sendo a região, paleontologicamente, pré-cambriana
(arqueano); o solo é, em geral, muito calcinado
e não São abundantes os minérios.
Em alguns lugares aparece o ferro, grafite, e
também o ouro, que, antigamente, foi explorado
nas margens dos córregos Alegre e do Sto.
Antônio, que afluem para o Sapucaí.
Constituem seus recursos minerais as jazidas de
dolomito, bauxita, granada, gnaisse, granito e
caulim. |
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Rio mais importante do Município é
o Capivari, sendo considerado a vertente mais
alta do Rio da Prata (cerca de 4/5 do Município
está localizado na Bacia Paraná-Uruguai),
cujas nascentes se localizam no bairro Umuarama.
O Rio Capivari recebe em seu curso o Rio Abernéssia,
os ribeirões do Imbiri e das Perdizes e
os córregos do Guarani e do Homem Morto.
A partir deste último passa a denominar-se
Rio Sapucaí-Guaçu que, longe do
Município, une-se ao Rio das Mortes, para
formar o Rio Grande.
O Rio Sapucaí-Guaçu recebe, ainda
dentro do Município, as águas dos
ribeirões dos Marmelos, do Paiol, da Ferradura,
da Serra, do Campo do Meio, da Guarda ou Gaiarada,
do Casquilho, Serrote e do Coxim. Na extremidade
sudeste do Município, nas vertentes voltadas
para o Vale do Paraíba, descem os ribeirões
das Barradas, do Paiol Velho, dos Melos e do Lageado.
O Rio Sapucaí recebeu este nome porque
as suas margens estavam sempre repletas de sapucaias
ou sapucaís, árvores que aos poucos
foram desaparecendo em razão do desmatamento
criminoso. |
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A Vegetação de Campos do Jordão
se distribui em dois grandes tipos: a Vegetação
de mata e a Vegetação campestre.
De um modo geral, ela se apresenta profundamente
modificada pela influência do homem. |
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