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Pontos
Turísticos |
Aqui você irá
encontrar textos e fotos sugerindo locais
para a visitação. Inicialmente,
será dada prioridade para os aspectos
culturais de São José dos Campos,
não invalidando que sejam abordados
locais meramente marcados por sua beleza natural
ou potencial turístico.
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Museu
Municipal de São José
dos Campos |
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Av. Sebastião
Gualberto, 545, Vila Maria
(Antigo galpão da Tecelagem Parahyba)
Fone: (12) 3924-7309 - Fax: 3941-8577
Aberto de segunda-feira a sexta-feira, das 09h30
às 18h30.
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| Parque
da Cidade "Roberto Burle Marx"
Av. Olivo Gomes, s/n
Fone: (12) 3924-7302
Visitação de Terça-feira
a Domingo - das 13h30 às 17h30 |
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Inaugurado
em 30 de julho de 1999. Projeto conjunto da
Secretaria de Esportes e Lazer e Panatlhon Club
São José dos Campos, situa-se
na Avenida Olívio Gomes, 380 - Santana.
Aberto a visitação pública
de Terça a Domingo, das 09h00 às
12h00 e das 14h00 às 18h00. Em exposição
troféus, medalhas, fotos e jornais sobre
a História do Esporte Joseense, a partir
de 1910.
Fone: (12) 3921-4112 |
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Além
dos atrativos naturais existentes no Distrito
de São Francisco Xavier, São José
dos Campos possui morros, serras e picos que
compõem uma paisagem alpina típica
de todo o Vale do Paraíba. As altitudes
variam de 550 (na Planície Aluvial do
Rio Paraíba do Sul) a 2.082 metros (Serra
da Mantiqueira - São Francisco Xavier). |
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861 metros
de altitude - Vista Panorâmica de cidades
do Vale do Paraíba.
Itinerário: Por Caçapava: 42 km
asfalto; Viaduto do: CTA + BR-116, Rod.Presidente
Dutra + SP-103 + Povoado de Piedade+ Ribeirão
Piedade + Ribeirão do Bom Retiro, divisa
+ Alto da Serra. |
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Área
de 96 km² - capacidade 1,350 bilhões
de metros cúbicos de água. Produção
de energia elétrica em duas turbinas
com potência total de 27.600 kw.
Acesso: Estrada Municipal do Jaguarí,
22 km. Subindo à margem esquerda do Rio
Jaguarí.
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Barragem
do Ribeirão Vidoca |
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7,3 km do
centro comercial - zona urbana, entre os bairros
de Vila São Bento e Jardim Satélite. |
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Córrego
das Águas Claras - km 07 da Rod. dos
Tamoios, SP -99
11,6 km em asfalto |
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O Parque
da Cidade "Roberto Burle Marx" foi
criado em 1996, com uma Área de 516 mil
m². O Parque era parte integrante da antiga
Fazenda Parahyba e da Fábrica Tecelagem
Parahyba que foi a primeira indústria
têxtil a se instalar em São José
dos Campos. No Parque da Cidade há o
Museu do Folclore, a casa da família
Olivo Gomes e a Usina de Leite. Estes dois últimos
prédios têm a assinatura do Arquiteto
Rino Levi e painéis decorativos de autoria
de Roberto Burle Marx, que também é
responsável também pelo paisagismo.
Além disso São atrativos os lagos,
as árvores incluindo palmeiras imperiais,
anfiteatro, ilha artificial, trilhas para caminhadas,
animais como capivaras e aves diversas.
Avenida Olivo Gomes, s/n - Santana
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Situado
à Rua Engenheiro Prudente Meirelles de
Moraes, 1000, na Vila Adyana, o Parque Santos
Dumont abriga duas Escolas de Educação
Infantil, play-ground, jardim japonês,
lago com criação de peixes, criação
de aves, quiosques com churrasqueiras, pista
para cooper e aparelhos para ginástica.
No jardins bem cuidados encontra-se em exposição
um avião Bandeirantes. O Parque tem cerca
de 46 mil m².
Fone: (12) 3921-7066 |
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Reserva
Ecológica "Augusto Ruschi" |
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Foi adquirida
pelo município aos poucos, entre os anos
de 1902 e 1932 para preservação
do manancial que abastecia o município.
Foi transformada em Reserva Florestal Boa Vista
pela Lei n° 2163 no ano de 1979.
No dia 13/09/1982 o Decreto n° 87561
criaa A.P.A., Área de Proteção
Ambiental da bacia do Rio Paraíba do
Sul englobando toda a reserva. Em 1986 o Decreto
n° 5573/86 muda a denominação
da Área para Reserva Ecológica
"Augusto Ruschi" em homenagem ao
biólogo que dedicou sua vida ao estudo
da natureza especialmente aos beija-flores.
Sua Área é de 2.457.436,75
m² ou 102 alqueires de mata primária
com altitude de 700 a 900 metros. Situada
na antiga fazenda Boa Vista, a Reserva Ecológica
Augusto Ruschi apresenta a mesma diversidade
biológica encontrada em matas do sul
e sudeste do país. Sua Vegetação
é característica de mata atlântica
e mata de altitude.
A fauna nativa da região que foi praticamente
eliminada em consequência do desmatamento
encontra abrigo tranquilo na Reserva. São
encontrados exemplares de macacos, jaguatiricas,
cachorrros do mato, pacas, cutias, capivaras,
lontras, tatus, preguiças entre outros.
Há também uma enorme diversidade
de aves como garças, marrecos, saracuras,
jacus, gaviões, corujas, sabiás,
sanhaços, beija-flores etc.
Todo esse privilégio faz da Reserva
Ecológica "Augusto Ruschi"
um centro de pesquisas em trabalho de campo
para alunos e pesquisadores na Área
ambiental. Os visitantes recebem aulas de
educação ambiental e informações
sobre a Reserva e sua importância. A
produção de mudas está
destinada a espécies nativas, cuja
finalidade é recomposição
de mata ciliar dos córregos e rios
do município, desenvolvida em convênio
com a Fundação Florestal.
A Reserva possui também viveiros e
mudas para ornamentação de praças
e logradouros públicos, além
de trilhas, riachos, lago, jardins, play-ground
e quiosques.
Localiza-se a aproximadamente 17 km do centro
da cidade, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira,
do lado esquerdo da Rodovia SP 50 antiga,
estrada para Campos do Jordão, no bairro
do Costinha.
A Reserva encontra-se aberta a visitação
de segunda à sexta, para escolas com
acompanhamento de monitores e outras instituições
no horário das 07h30 às 11h00
e 12h30 às 16h30. As visitas deverão
ser agendadas pelo telefone (012) 3945-9515
na Secretaria de Serviços Municipais/SSM,
Prefeitura Municipal, com antecedência
de 5 dias.
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659 metros
de altitude - 17 km (8 km asfaltado, SP-99,
restante em terra melhorada). Estrada Municipal
para o Rio Comprido. Conservadíssimo
casarão do ciclo do café. Ponto
mais indicado da primitiva Aldeia de São
José do Rio Comprido, implantada por
volta de 1.564 - Provável núcleo
inicial da colonização do Vale
do Paraíba - Cabeceira do Rio Comprido,
divisa com o Município de Jacareí
- Também conhecida como Fazenda da Tecelagem
ou Fazenda Fagundes.
Itinerário: Viaduto do CTA, Vila São
Bento, Torrão de Ouro, Clube de Campo
do Banco do Brasil -AABB, Loteamento Interlagos,
passagem sob Rodovia Carvalho Pinto. |
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Defronte
a Praça João Pessoa - o "Marco
Zero" da cidade - ergue-se a majestosa
Igreja da Matriz, no mesmo local em que fora
construída, nos idos tempos de 1643,
a primeira capela do povoado que, então,
surgia às margens do "Banhado".
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Localizada
na Pça. Afonso Pena, 262
A História da construção
desta igreja vem aliado a um fato curioso quase
lendário. Iniciada em 1870, sob direção
de "Zé Taipeiro", uma mistura
de José pedreiro, ferreiro e carpinteiro
- os escravos tiveram que interromper por várias
vezes as obras por falta de dinheiro. Inauguram-na
após 6 anos, ainda assim, tendo por concluída,
somente a mesa de comunhão, o altar e
parte da modesta construção de
paredes taipa-barro. Entretanto, a graça
divina concedida a um devoto veio reverter-se
em uma benção também a
esta igreja. João Ribeiro, um lavrador
do Bairro de Jaguari, ao iniciar as escavações
de reforma de um velho casarão descobriu
um panelão de barro enterrado, cheio
de barras de ouro. Em agradecimento a Deus,
concedeu à igreja de São Benedito
a verba necessária para sua tão
esperada concluSão, concretizada somente
em 1879. Foi sede provisória da Matriz
(1933), quando da construção da
nova igreja desta. Várias estórias
foram sendo contadas envolvendo a São
Benedito, ao longo de sua existência:
túneis secretos, pessoas enterradas numa
das paredes, etc. Foi tombada pelo Condephaat
em 25 de Julho de 1980. Sofreu reformas e pintura
da fachada, sendo utilizada num selo comemorativo
do aniversário de São José.
Foi preservada pela Lei Municipal n° 3143/86,
de 09 de junho de 1986. |
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Vista panorâmica
da cidade - zona urbana - 5,5 km do centro comercial
- Bairro do Alto da Ponte. |
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No Largo
São Miguel, 66, no Centro, foi construída
entre 1851 e 1863, como a capela do primeiro
cemitério público municipal (1834).
É um marco histórico, em nossa
cidade, da proibição do ato de
sepultar os mortos nas igrejas pela lei de adoção
dos sepultamentos nos cemitérios. Este
cemitério público foi desativado
em 1882, sendo a Área loteada e construídos
vários prédios neste local. Ao
longo dos anos, esta capelinha sofreu várias
reformas, inclusive a construção
de um anexo em 1920. Foi preservada pela lei
municipal n° 4592/94 de 1994, sendo recuperada
em dezembro de 1995. Atualmente lá realizam-se
velórios, e orações por
devotos do santo.
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Capela
de Nossa Senhora Aparecida |
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A Capela
Nossa Senhora Aparecida foi construída
no início do século, pela Família
Cursino, no mesmo local onde, anteriormente,
havia uma pequena capela (Travessa Chico Luiz,
67, no Centro), de nome Nossa Senhora da Conceição
Aparecida. Nesta capela eram realizadas festas,
terços, reuniões e catecismo,
pelo Padre Fortunato Silva Ramos. Também
eram realizadas atividades complementares para
a Igreja Matriz, como curso de Primeira Comunhão.
Na década de 80 a Nossa Senhora foi doada
à Mitra Diocesana de Taubaté.
Ao longo do tempo, vários prédios
foram construídos ao redor da capela,
restando à Nossa Senhora Aparecida somente
a Área onde está situada e o jardim
a sua frente. Em 11 de Agosto de 1988, passa
a ser um prédio preservado de categoria
EP-1, através da Lei Municipal N.º
3.366/88. |
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Estações
Ferroviárias de São
José dos Campos |
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As estradas
de ferro foram elementos muito importantes no
processo de expanSão urbana e econômica
dos municípios paulistas.
São José dos Campos apresenta
um desenvolvimento diferente da maioria das
cidades do Vale. O café aqui foi produzido
a níveis modestos. A chegada da ferrovia
em 1886, não melhorou o quadro, agravado
pela abolição. No entanto, possibilitou
uma melhoria no transporte de cargas e passageiros,
gerando um aumento na População
e no Comércio de produtos agrícolas.
Foi favorecido pelas estradas de Ferro que
proporcionaram a ligação entre
as duas grandes cidades, São Paulo
e Rio de Janeiro, já nos seus surtos
iniciais de industrialização.
As várias estações da
cidade evidenciaram este processo. A função
principal era o transporte de passageiros
e cargas de diferentes tipos. Foram quatro
as estações aqui instaladas:
Limoeiro, Central do Brasil, Martins Guimarães
e Eugênio de Melo, descritas abaixo.
• Estação Ferroviária
do Limoeiro
Localizada na rua Carlos Marcondes, foi inaugurada
em 1894, passou a fazer parte do Patrimônio
Histórico em 1996, através da
lei n° 4943/96.
• Estação Ferroviária
Martins Guimarães
Na estrada Municipal Martins Guimarães.
A mais antiga data do final do século
passado e início deste século.
Na década de 40 foi desativada, sendo
construída uma nova, ainda em uso.
Foi preservada pela Lei Municipal n° 4943/96,
em 19 de setembro de 1996.
• Estação Ferroviária
de Eugênio de Melo
A estação foi inaugurada em
1898, em Área doada pela Família
Molina. O distrito de Eugênio de Mello
é distante da Cidade de São
José dos Campos. Durante grande período,
o distrito possuía somente como ligação
deste com as cidades próximas (Caçapava
e São José dos Campos) a estrada
de rodagem Rio - São Paulo e a estrada
de ferro. Assim, a maior parte das necessidades
do distrito eram satisfeitas através
da estação. Em conjunto com
as outras três estações,
foi preservada pela lei n° 4943/96.
• Estação Ferroviária
Central
A antiga estação central de
nossa cidade data de 1887, localizada onde
atualmente está o Tênis Clube
de São José dos Campos. Em 1925,
mudou-se o traçado da estrada, retirando-a
do centro da cidade. O novo trajeto circunda
o banhado, tangenciando a cidade. A nova estação
agora se localiza na rua Sebastião
Gualberto, 203, nos campos de Santana. Proporcionou,
assim, uma Área industrial, uma vez
que o trajeto antigo estava tomado por prédios.
Várias indústrias irão
se instalar na região, até 1950,
quando a Via Dutra irá definir nova
configuração espacial à
cidade.
Foi preservada Pela lei municipal n° 4.943/96.
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Atual Biblioteca
Pública Cassiano Ricardo. Localizado
à Rua XV de Novembro, 99, esquina com
a Rua Sebastião Húmel o edifício
da atual Biblioteca Pública Municipal
foi inaugurado em 24 de dezembro de 1910, então
chamado de "Theatro São José".
Durante as décadas de dez e vinte, tornou-se
o centro da vida cultural do município,
funcionando também como cinema e local
para bailes populares.
Na década de quarenta, o edifício,
após ser desapropriado abrigou várias
instituições: Prefeitura Municipal
(1941), a Câmara Municipal (1948-1967)
e, por fim, a Biblioteca Pública foi
transferida para o local, sendo seu uso atual.
Em 1986, através do recém criado
COMPHAC, o edifício foi o primeiro imóvel
preservado por lei pelo município, através
da lei n° 3142/86 de 09/06/1986. As obras
de restauro e ampliação foram
realizadas em 1996. Fone: (12) 3921-7682 |
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Foi construída
pela Empresa de Força e Luz, cujo acionista
majoritário era o Sr. Alberto de Rodrigues
Alves. Sabemos, através dos documentos
acessados, que sua data de Fundação
se deu entre 1923 e 1928. Pouco tempo exerceu
esta primeira função. Já
em 08/08/1932, foi firmado um contrato de arrendamento
entre a antiga "The São Paulo Trainway,
Light and Power" e a Prefeitura Municipal
de São José dos Campos, com validade
de dois anos, perdurando até os dias
de hoje. Em 1994, através de pedido da
comunidade, encaminhado ao secretário
Municipal de Planejamento e Meio Ambiente e
presidente do COMPHAC (Conselho Municipal de
Preservação do Patrimônio
Histórico, Artístico e Paisagístico),
este prédio foi declarado um Bem de preservação
(Lei n° 4593/94). No entanto, ainda está
de posse da Eletropaulo. |
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O atual
Mercado Municipal de São José
dos Campos, localizado entre as ruas Siqueira
Campos, Sete de Setembro, Sebastião Húmel
e Travessa Chico Luiz, teve sua construção
iniciada em 18 de setembro de 1921 e foi concluído
em 1923, durante a gestão do prefeito
João Alves da Silva Cursino, no mesmo
local do mercado anterior. O Mercado antigo,
construído em 1896, ocupava um terço
da Área do atual. Os outros dois terços
eram ocupados pelo Largo do Mercado ou Largo
D’Aparecida. Sua modificação
estava integrada no projeto de melhoramento
da cidade, num processo de expanSão urbana
e adequação às exigências
sanitárias acirradas na década
de 20. Em 4 de julho de 1994, o prédio
foi preservado pela Lei Municipal n° 4595/94.
No mesmo ano, foi realizada a cobertura do edifício
e o Departamento do Patrimônio Histórico
da Fundação Cultural Cassiano
Ricardo elaborou uma proposta de recuperação
das cores originais das fachadas do Mercado,
que foi implantada em dezembro de 1996. |
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Sanatório
Vicentina Aranha |
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Foi o primeiro
sanatório a ser construído na
cidade de São José dos Campos.
Localiza-se na R. Engenheiro Prudente Meirelles
de Moraes, 302, na Vila Adyana. Devido a Santa
Casa de Misericórdia de São Paulo
não poder mais comportar a quantidade
de doentes tuberculosos, além da necessidade
de isolamento que a doença requeria,
sentiu-se a necessidade de construir um Hospital.
Da inauguração (1924) até
1945, sofreu várias reformas e ampliações,
recebendo capela, necrotério, casa interna
do médico, etc. O edifício foi
elaborado pelo arquiteto paulista F. P. Ramos
de Azevedo e realizado pelo engenheiro Augusto
Toledo. Encontrava-se fora da cidade, para isolamento
e descanso. Era muito arborizado, com eucaliptos
e bambus, para proteger dos ventos frios. Com
as mudanças nos métodos de tratamento
da tuberculose e as possibilidades de cura,
após 1945, passou a diminuir suas atividades.
Passou, em 1990, a abrigar um Hospital Geriátrico,
por deciSão da Santa Casa, sendo sua
função atualmente. Abriga, também,
uma Associação de Apoio ao Fissurado
Labial Palatal, o Centro de Atividades para
a Terceira Idade e o Espaço Cultural
Vicentina Aranha.
Em 1985, foi encaminhado para o CONDEPHAAT,
o processo n° 23.370/85, que, em 2011
resultou no seu tomabamento. Em 28 de agosto
de 1996 é preservado por lei municipal
n° 4.928/96 através do COMPHAC,
sendo preservado os edifícios e toda
a Área utilizada pelo sanatório
(Setor de Preservação).
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O prédio
onde atualmente se localiza a Câmara Municipal
(Praça Afonso Pena, 29, no Centro), já
teve vários usos e funções.
Foi construído em 1926 para abrigar o
Paço Municipal, que funcionava num prédio
em conjunto com o Forum e a cadeia. Porém,
em 1930 teve suas atribuições
modificadas e passou a funcionar como Escola
Normal Livre, para formação de
professores. Depois, tornou-se Instituto de
Educação João Cursino,
ampliando os cursos oferecidos à População.
Após a mudança da escola João
Cursino, passou a funcionar ali a Câmara
Municipal, função que exerce atualmente.
Em 26 de outubro de 1994, foi preservado pela
Lei Municipal n° 4.632/94. |
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Até
o século XIX, a Câmara, forum e
Cadeia funcionavam no mesmo prédio. Suas
funções administrativas se revezavam
e até muitas vezes se confundiam. A partir
deste século, as estruturas administrativas
concorrem para uma diviSão e reorganização
de seus quadros. Este prédio representa
ainda testemunho desta reorganização
administrativa.
Em 1926, o governo municipal propôs
um novo prédio para o forum, na Praça
Afonso Pena, 74, no Centro, ainda coligado
à cadeia, mas separado da Câmara,
já em outro local. O objetivo era demolir
o antigo edifício, pois onde este se
localizava pretendia-se criar o jardim da
Praça Afonso Pena. Provavelmente, este
jardim foi realizado no início da década
de 50, com o então prefeito Elmano
Ferreira Veloso. Outro motivo para a mudança
seria a condenação pelo Serviço
Sanitário do prédio, como anti-higiênico
e ponto infeccioso de tuberculose, uma das
grande epidemias da época. No entanto,
este prédio só seria construído
em 1936. Abrigou o forum durante anos. Depois
do mesmo ser transferido para a Rua Paulo
Setúbal, passou a ser utilizado pela
Coletoria Estadual e pelo Posto Fiscal do
Estado, em 1979. Com características
arquitetônicas em estilo art-deco, ainda
hoje mantém suas características
originais, possuindo obras feitas pelo artista
plástico taubateano Anderson Fabiano.
É preservado pela lei Municipal n°
4633/94, de 26 de outubro de 1994.
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Sanatório Vila Samaritana |
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Localizada
na rua Paraibuna, 75, foi iniciada a construção
em 1929, mas só seria inaugurado em 1934.
Foi construído pela Associação
Evangélica Beneficente, tendo à
sua frente o Reverendo Otoniel de Campos Mota,
que possuía uma filha com tuberculose.
Foi a primeira instituição evangélica
do país a prestar assistência a
tuberculosos pobres. Seu principal objetivo
era ajudar os membros das igrejas evangélicas
sem recursos e que os doentes pudessem viver
com os familiares. De 1929 até 1969,
foi sofrendo várias ampliações,
com novos prédios, como: o pavilhão
cirúrgico, médico, administrativo,
capela, etc. Esteve em funcionamento por quarenta
anos. Em 7 de Novembro de 1967, a prefeitura
desapropriou o terreno, para ser utilizada pela
Fundação Valeparaibana de Ensino,
atual UNIVAP. Preservado pelo município
pela Lei Complementar n° 169/98, em 19 de
fevereiro de 1998, é atualmente utilizado
pela Universidade do Vale do Paraíba.
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Um dos prédios
mais antigos na Área de diversões,
o cinema Paratodos foi inaugurado em 29 de junho
de 1941, na rua Coronel José Monteiro,
168, Centro. Foi um dos representantes do processo
de auge e decadência dos cinemas nas cidades
do interior do Brasil. Com capacidade para 1000
espectadores sentados, possuía os mais
modernos equipamentos da época. Além
de projeções, ocasionalmente era
utilizado para palestras. Sofreu, como a maioria
dos cinemas, o processo de diminuição
de seu público, devido à chegada
da televiSão e outros entretenimentos
que lhe faziam concorrência. Durante os
últimos anos de atividade, exibia filmes
pornográficos, numa tentativa de manter
o público.
Foi interditado duas vezes em 1992, fechando
para reforma em fevereiro do mesmo ano. Dois
meses depois reabriu, passando filmes pornográficos.
Em 1998, fechou definitivamente. Em 15 de
julho de 1988, foi preservado pela Lei municipal
n° 3358/88. Atualmente está sem
uso.
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Fábrica
de tecidos e fiação de lã,
foi iniciada em 1925, num terreno próximo
à então recente estação
central, em Santana, na rua Sebastião
Gualberto, entrando em operação
no ano seguinte. Uma das primeiras fábricas
a se estabelecer em São José dos
Campos, teve como vantagem o fato de se localizar
atrás da Estação Central
do Brasil, que possibilitaria o transporte de
matéria-prima e dos produtos da produção.
É nela que se formou o Centro Operário
João Pessoa, associação
operária formada nos anos 30. Em 1938,
já funcionava a escola de alfabetização.
Mas é nos anos 50 que a fábrica
passou por uma grande expanSão, com
a construção de galpões
para a fábrica, o complexo da Usina
de Leite e a ala residencial da família
projetados por Rino Levi e Carlos Millán,
acompanhados de painéis e paisagismo
de Roberto Burle Marx.
Nas décadas de 50 e 60, a indústria
controlava cerca de 70% do mercado nacional
de cobertores de mantas, passando na década
de 70 a exportar seus produtos para diversos
países, como o Canadá e Estados
Unidos. Ao longo de sua História, diversificou
seus produtos, passando a fabricar mantas
de lã, resíduos sintéticos,
colchas agulhadas, etc.
No entanto, com os novos rumos da política
do país, a falta de modernização
dos processos produtivos e as dificuldades
financeiras enfrentadas fizeram com que a
empresa se endividasse, passasse por uma concordata
em 1983 e finalmente pedisse falência
em 1993.
Parte de seus bens passou para o Governo
do Estado e outra parte (20.000 m2) está
sendo utilizada por uma Cooperativa de Funcionários,
que retomou a produção da Fábrica,
com direito de utilização por
20 anos. Atualmente, as outras Áreas
estão sob utilização
da Fundação Cultural Cassiano
Ricardo, IBGE, FUNDHAS, SUS, Parque da Cidade,
Secretaria de Economia e Planejamento e a
Secretaria Estadual de Esportes.
Está em processo de Tombamento pelo
IPHAN e CONDEPHAAT e proposta de preservação
pelo COMPHAC como zona de preservação.
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É
uma região imediatamente contígua
ao centro urbano de São José dos
Campos. Constitui-se em um anfiteatro que se
abre após o declive abrupto que cai sobre
a várzea próxima, mantendo suas
feições de extensa planície
que se alonga até o Rio Paraíba
do Sul, compondo um cenário único,
totalmente integrado à paisagem urbana
local. Essa integração se faz
notar, principalmente nos finais de semana de
céu limpo, quando o pôr do sol
é a grande atração que
leva um número expressivo de pessoas
à orla do Banhado, demonstrando assim
sua importância paisagística e
cultural.
Visando a preservação da região
do Banhado, a Lei Municipal n° 3721 de
1990, que dispõe sobre o uso do solo
do município, classifica a referida
região em cinco Áreas compartimento.
Cada setor possui parâmetros exclusivos
de uso e ocupação do solo. O
banhado é preservado pelo COMPHAC como
Área de Proteção Ambiental
Absoluta (APA-4), através da Lei Complementar
n° 121/95, de 11 de agosto de 1992.
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• Figueiras da Praça
Cônego Lima
As figueiras da Cônego Lima
foram plantadas juntamente com a construção
do jardim do Largo de Nossa Senhora do Rosário
(igreja demolida em 1879), em 1898. Esta praça
recebeu, em 1917, o nome do Cônego Francisco
de Oliveira Lima, fundador da Casa de Misericórdia.
Houve uma reforma em 1935, com ameaça
de corte às figueiras. A maioria das
árvores do local foram derrubadas e
colocados bancos sem encosto para afastar
os doentes. A partir da metade da década
de 50, passam a ser feitas uma série
de intervenções na cidade, no
sentido de "modernizá-la",
influenciadas sobretudo pelas idéias
de progresso e desenvolvimento das administrações
da época, e pela chegada de industrias
à região. Em 1959, a praça
Cônego Lima sofreu nova reforma. Os
canteiros foram reformados e ampliados para
onde havia o antigo coreto, as árvores
São podadas e a antiga iluminação
substituída por outra de lâmpadas
fluorescentes. Estas figueiras, no entanto,
sobreviveram as intervenções,
ameaças de corte e parasitas (ervas
de passarinho - 1952), interagindo com o espaço
da cidade, passando a fazer parte do nosso
patrimônio ambiental, através
do decreto n° 7.668/92.
• Jequitibá
As origens desta árvore se perderam
no tempo. Se localiza na velha estrada Rio
- São Paulo, próxima à
divisa de São José dos Campos
e Caçapava. Sua localização
a coloca próxima ao distrito de Eugênio
de Mello. Esta comunidade passou a ter maior
interesse na espécime a partir da organização
da primeira Festa do Tropeiro, em 1989. A
Festa, realizada há 10 anos no bairro,
tem como símbolo o Jequitibá.
Com o tempo, este passou a aumentar de importância
e tornou-se símbolo do bairro. Em 1993,
o decreto n° 8.259/93 a institui como
árvore imune de corte, passando a integrar
o Patrimônio Ambiental de São
José dos Campos.
• Palmeiras Imperiais na Av.
Dr. João Guilhermino
Estas árvores foram plantadas
por volta de 1896. Na época havia a
Estação central da Ferrovia
D. Pedro II, onde hoje se localiza o Tênis
Clube. Provavelmente as palmeiras imperiais
foram plantadas visando marcar o caminho entre
a Estação e a cidade, já
que havia um vazio entre elas. As palmeiras
imperiais da Av. João Guilhermino atravessam
o século, com relativa tranqüilidade,
escapando das reformas urbanas e das derrubadas.
No entanto, somente passam a ter a devida
atenção, a partir de 1987, através
de movimento iniciado na FVE de Direito, para
proteção e recuperação
das palmeiras. São preservadas pelo
Decreto Municipal n° 6412/88, que as tornou
imune de corte e pela Lei Municipal n°
3875/90, que exige reposição
de pela mesma espécie e gênero,
caso pereça alguma palmeira.
• Palmeiras Imperiais na Praça
Synésio Martins
Embora erroneamente classificadas
como palmeiras reais, esses espécimes
São, na verdade, palmeiras imperiais.
Esta espécie foi trazida ao Brasil
por D. João VI (então príncipe
regente) e se disseminou no país, a
partir de 1809, no governo imperial de D.
Pedro I, que permitiu a abertura ao público
do Jardim Botânico do Rio de Janeiro,
quando da floração das palmeiras.
Provavelmente foi próximo a oficialização
da praça Synésio Martins que
temos o plantio destas Palmeiras Imperiais,
no final da década de 50. Esta praça
foi arborizada por Roberto Martins, filho
de Synésio, que também planejou
os jardins da Johnson e da Alpargatas. Em
1992, passaram a integrar o conjunto de Árvores
Imunes de Corte de São José
dos Campos, através da Decreto Municipal
n° 7.668/92.
• Pau Brasil
da Escola Melvin Jones
Esta escola foi construída
por volta do início da década
de 80 (1982), no terreno pertencente ao Lions
Clube. Este inicialmente era de utilização
da Escola Maurício Cury. No encontro
entre a Av. José Longo e a Av. Adhemar
de Barros, foi doada uma Área para
Lions Clube, de propriedade da família
Neme. Em sete de maio de 1961, foi inaugurado
o grupo escolar, sob o nome de ‘Escola
Primária Lions’. Dias depois
foi instalado um parque infantil, cuja data
de inauguração ainda não
foi encontrada. As árvores em questão
foram plantadas por ocasião da inauguração
do parque infantil, ou seja, por volta de
1961. O local é atualmente alugado
para o Governo do Estado, funcionando ali
a Primeira Delegacia de Ensino de São
José dos Campos e a escola Melvin Jones.
Esta árvore passa a ser pelo Decreto
n° 8259/93.
• Sucupira do Cerrado
Localizada na Rua Dr. Sérgio
Santos, no Jardim Portugal, provavelmente
este espécime é um remanescente
dos campos cerrados nativos da região.
Há a hipótese do nome "São
José dos Campos" ser fruto da
existência deste tipo de Vegetação
na cidade. Este espécime passa a ser
preservado através do Decreto Municipal
n° 7442/91.
• Macacarecuia ou Abricó
de Macaco
A praça onde esta árvore
se localiza, recebeu o primeiro nome oficial
de Cruzeiro do Sul, em 1957. Em 1969, esta
denominação foi mudada para
Praça Synésio Martins. Foi próximo
à oficialização da praça
que temos o plantio desta Macarecuia ou Abricó
de Macaco. Esta praça foi arborizada
por Roberto Martins, filho de Synésio,
que planejou os jardins da Johnson e da Alpargatas.
Há a hipótese deste, espécime
ter sido plantado quando foi feita a arborização
da praça, planta, junto às demais
árvores. Em 1997, integra o conjunto
de árvores Imunes de Corte de São
José dos Campos, através do
decreto n° 9337/97.
• Paineira
Foi plantada na mesma época,
em que foi aberta a Avenida Madre Tereza,
pelo Prefeito José Marcondes Pereira.
Segundo fotos, podemos afirmar que foi plantada
entre o final da década de 30 e o início
da década de 40.
Preservação através do
Decreto n° 9453/98.
• Angico
Localizada na Av. Adhemar de Barros,
foi preservada através do decreto n°
9453/98, de 14 de Abril de 1998.
• Guapuruvu
Localizada na praça Elza
Ferreira Rahal, Vila Adyana, foi preservada
pelo decreto n° 9453/98.
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Centro
Técnico de Aeronáutica |
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Trata-se
de um estabelecimento de ensino superior de
pesquisa e desenvolvimento tecnológico,
criado e mantido pelo Ministério da Aeronáutica
coerentes com a política nacional. |
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Instituto
Tecnológico de Aeronáutica |
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Parte integrante
do Centro Técnico Espacial e consequentemente
subordinado ao Ministério da Aeronáutica.
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Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais
- INPE |
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Av. dos
Astronautas, 1758 - Jardim da Granja
Fone: (12) 3945-6978 - 3945-6979 |
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Distrito
de São Francisco Xavier |
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O Distrito ocupa cerca de 29% da Área
total do município de São
José dos Campos, sendo que 97% do
Distrito (12.623 hectares) é Área
de Proteção Ambiental da Mantiqueira
(Lei Municipal n° 4212/92). Essa Área
é remanescente da Mata Atlântica
original que cobria toda a Serra da Mantiqueira.
Nela, diversas espécies da fauna
e da flora fizeram a sua pousada para fugir
da extinção.
Maiores informações sobre
São Francisco Xavier podem ser obtidas
no Web Site oficial do Distrito: www.saofranciscoxavier.org.br
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A promoção
de atividades e esportes ligados à observação
e integração do homem à
natureza São bem vindos no distrito,
sempre respeitando as condições
essenciais de conservação. Qualquer
atividade que ameace as espécies nativas,
o solo e as nascentes, é proibida e está
sujeita às punições legais.
O turismo ecológico significa ampliar
os benefícios sócio-econômicos
da comunidade local, preservando a qualidade
de vida dos moradores e o meio ambiente, garantindo
o desenvolvimento ordenado do distrito. Ao visitar
esse belo distrito, tenha sempre em mente a
preservação da natureza. você
vai continuar a ser mais uma espécie
a fazer de São Francisco Xavier a sua
pousada. |
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Atrativos
Naturais em São Francisco
Xavier - Serra do Queixo D'Anta |
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1.600 metros
de altitude - divisa com o Município
de Sapucaí Mirim-MG - vista panorâmica
de cidades do Vale do Paraíba. Roteiro:
58 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal Pedro
David (15 km), Estrada Municipal do Rio Manso
(10 km em terra). |
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1.578 metros
de altitude - divisa com o Município
de Sapucaí Mirim-MG - belíssima
paisagem - águas cristalinas, de corredeira
entre pedras.
Roteiro: 65 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal
Pedro David (20 km), Estrada Municipal de Santa
Bárbara (12 km em terra). |
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| 2.082 metros
de altitude - limites com os municípios:
Camanducáia-MG e Joanópolis-SP
Serra do Selado - oportuno à prática
do alpinismo. No inverno, temperatura de 5 a
12° C negativos com eventual queda de neve
- vista panorâmica da Vila de Monte Verde-MG,
de São José dos Campos-SP e de
outras cidades do Vale do Paraíba. Roteiro:
67 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal Pedro
David (22 km), Estrada Municipal Ezequiel Graciano
para Joanópolis (12 km em terra).
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1.712 metros
de altitude - Serra do Queixo D'Anta, divisa
com o Município de Sapucaí Mirim-MG
- vista panorâmica da Vila de São
Francisco Xavier-SP - da cidade de São
José dos Campos e de outras cidades do
Vale do Paraíba. Cabeceiras do Rio Manso,
do Córrego do Laranjal e do Córrego
do Cateto. Roteiro: 52 km - SP 50 (33 km), Estrada
Municipal Pedro David (15 km), via Bairro dos
Remédios, Estrada da Fazenda Queixo D'Anta
(4 km em terra). |
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1.925 metros
de altitude - limite com Camanducáia-MG
(Monte Verde) - Serra do Selado - excelente
para o alpinismo sem equipamentos.
Roteiro: 66 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal
Pedro David (22 km), Estrada Municipal Ezequiel
Graciano (11 km), Estrada da Fazenda Santa Cruz. |
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1.913 metros
de altitude - limite com Camanducáia-MG
(Monte Verde) - Serra do Selado - excelente
para alpinismo sem equipamentos - vista panorâmica
de várias cidades do Vale do Paraíba
- no inverno temperatura negativa de até
12° C com eventual queda de neve.
Roteiro: 66 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal
Pedro David (22 km), Estrada Municipal Ezequiel
Graciano (11 km), Estrada da Fazenda Santa Cruz. |
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1.400 metros
de altitude - Serra do Queixo D'Anta, divisa
com o Município de Monteiro Lobato-SP,
cabeceiras do Rio Manso - vista panorâmica
de cidades do Vale do Paraíba. Roteiro:
56 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal Pedro
David (15 km), Estrada Municipal do Rio Manso
(8 km em terra). |
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1.300 metros
de altitude - Serra de Santa Bárbara
- Subir o Vale de Santa Bárbara - belíssima
paisagem - águas cristalinas, límpidas,
ligeiras, por entre pedras, forma piscinas naturais
e pequenas quedas.
Roteiro: 62 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal
Pedro David (20 km), Estrada Municipal de Santa
Bárbara (9 km em terra). |
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1.836 metros
de altitude - Serra dos Poncianos - ao norte
da Vila de São Francisco Xavier. Roteiro:
63 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal Pedro
David (20 km), Estrada Municipal de Santa Bárbara
(7 km em terra), Estrada Municipal da Pedra
Vermelha (3 km em terra).
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O relevo
montanhoso, principalmente, ao norte do município
aliado a uma complexa rede hidrográfica
possibilitaram a existência de um grande
número de acidentes fluviais e cachoeiras.
Com o passar do tempo, têm se tornado
alguns dos pontos de atração para
o turismo e lazer em São José
dos Campos, entre os quais, destacamos abaixo
aqueles de maior interesse.
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Rio Turvo,
confluência com o Rio do Peixe - 35m de
altura.
Acesso: 24 km (4 km em asfalto, restante em
terra pedregulhada Estrada Municipal do Caetê.
Itinerário: Santana + Caetê + Pau
de Saia + Bom Sucesso + Rio Turvo, próxima
à confluência com o Rio Peixe. |
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Cachoeira
de São Francisco |
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Cachoeira
Pública. 15 metros de altura, em várias
quedas - Recanto Turístico Pedro David.
Roteiro: 58 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal
Pedro David (21 km), 3 km além da Vila
de São Francisco, sentido Joanópolis. |
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45 metros
de altura - Ribeirão Roncador, confluência
com o Rio do Peixe.
Roteiro: 35 km - SP 50 (17 km), acesso pelo
Bairro da Água Sóca, Bairro do
Roncador. |
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| 15 metros
de altura - Rio das Couves
Roteiro: 2 km a partir do centro do Distrito
de São Francisco Xavier. Visita somente
com autorização e acompanhamento
de guia.
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Roteiro:
62 km - SP 50 (33 km), Estrada Municipal Pedro
David (20 km), Estrada Municipal de Santa Bárbara
(9 km em terra). |
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25 m. de
altura em três quedas - Córrego
do Sabão, confluência com o Rio
do Peixe Roteiro: 30km - SP 50 (8 km), Estrada
Municipal do Costinha via Reserva Ecológica
Augusto Ruschi |
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