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São José dos Campos
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Pontos Turísticos

Aqui você irá encontrar textos e fotos sugerindo locais para a visitação. Inicialmente, será dada prioridade para os aspectos culturais de São José dos Campos, não invalidando que sejam abordados locais meramente marcados por sua beleza natural ou potencial turístico.

 
Museu Municipal de São José dos Campos
Av. Sebastião Gualberto, 545, Vila Maria
(Antigo galpão da Tecelagem Parahyba)
Fone: (12) 3924-7309 - Fax: 3941-8577
Aberto de segunda-feira a sexta-feira, das 09h30 às 18h30.
Museu do Folclore
Parque da Cidade "Roberto Burle Marx"
Av. Olivo Gomes, s/n
Fone: (12) 3924-7302
Visitação de Terça-feira a Domingo - das 13h30 às 17h30
Museu do Esporte
Inaugurado em 30 de julho de 1999. Projeto conjunto da Secretaria de Esportes e Lazer e Panatlhon Club São José dos Campos, situa-se na Avenida Olívio Gomes, 380 - Santana. Aberto a visitação pública de Terça a Domingo, das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00. Em exposição troféus, medalhas, fotos e jornais sobre a História do Esporte Joseense, a partir de 1910.
Fone: (12) 3921-4112
Regiões Alpinas
Além dos atrativos naturais existentes no Distrito de São Francisco Xavier, São José dos Campos possui morros, serras e picos que compõem uma paisagem alpina típica de todo o Vale do Paraíba. As altitudes variam de 550 (na Planície Aluvial do Rio Paraíba do Sul) a 2.082 metros (Serra da Mantiqueira - São Francisco Xavier).
Serra do Jambeiro
861 metros de altitude - Vista Panorâmica de cidades do Vale do Paraíba.
Itinerário: Por Caçapava: 42 km asfalto; Viaduto do: CTA + BR-116, Rod.Presidente Dutra + SP-103 + Povoado de Piedade+ Ribeirão Piedade + Ribeirão do Bom Retiro, divisa + Alto da Serra.
Barragem do Jaguarí
Área de 96 km² - capacidade 1,350 bilhões de metros cúbicos de água. Produção de energia elétrica em duas turbinas com potência total de 27.600 kw.
Acesso: Estrada Municipal do Jaguarí, 22 km. Subindo à margem esquerda do Rio Jaguarí.
Barragem do Ribeirão Vidoca
7,3 km do centro comercial - zona urbana, entre os bairros de Vila São Bento e Jardim Satélite.
Represa da Granja Itambí
Córrego das Águas Claras - km 07 da Rod. dos Tamoios, SP -99
11,6 km em asfalto
Parque da Cidade
O Parque da Cidade "Roberto Burle Marx" foi criado em 1996, com uma Área de 516 mil m². O Parque era parte integrante da antiga Fazenda Parahyba e da Fábrica Tecelagem Parahyba que foi a primeira indústria têxtil a se instalar em São José dos Campos. No Parque da Cidade há o Museu do Folclore, a casa da família Olivo Gomes e a Usina de Leite. Estes dois últimos prédios têm a assinatura do Arquiteto Rino Levi e painéis decorativos de autoria de Roberto Burle Marx, que também é responsável também pelo paisagismo. Além disso São atrativos os lagos, as árvores incluindo palmeiras imperiais, anfiteatro, ilha artificial, trilhas para caminhadas, animais como capivaras e aves diversas.
Avenida Olivo Gomes, s/n - Santana
Parque Santos Dumont
Situado à Rua Engenheiro Prudente Meirelles de Moraes, 1000, na Vila Adyana, o Parque Santos Dumont abriga duas Escolas de Educação Infantil, play-ground, jardim japonês, lago com criação de peixes, criação de aves, quiosques com churrasqueiras, pista para cooper e aparelhos para ginástica. No jardins bem cuidados encontra-se em exposição um avião Bandeirantes. O Parque tem cerca de 46 mil m².
Fone: (12) 3921-7066
Reserva Ecológica "Augusto Ruschi"
Foi adquirida pelo município aos poucos, entre os anos de 1902 e 1932 para preservação do manancial que abastecia o município.
Foi transformada em Reserva Florestal Boa Vista pela Lei n° 2163 no ano de 1979.

No dia 13/09/1982 o Decreto n° 87561 criaa A.P.A., Área de Proteção Ambiental da bacia do Rio Paraíba do Sul englobando toda a reserva. Em 1986 o Decreto n° 5573/86 muda a denominação da Área para Reserva Ecológica "Augusto Ruschi" em homenagem ao biólogo que dedicou sua vida ao estudo da natureza especialmente aos beija-flores.

Sua Área é de 2.457.436,75 m² ou 102 alqueires de mata primária com altitude de 700 a 900 metros. Situada na antiga fazenda Boa Vista, a Reserva Ecológica Augusto Ruschi apresenta a mesma diversidade biológica encontrada em matas do sul e sudeste do país. Sua Vegetação é característica de mata atlântica e mata de altitude.

A fauna nativa da região que foi praticamente eliminada em consequência do desmatamento encontra abrigo tranquilo na Reserva. São encontrados exemplares de macacos, jaguatiricas, cachorrros do mato, pacas, cutias, capivaras, lontras, tatus, preguiças entre outros.

Há também uma enorme diversidade de aves como garças, marrecos, saracuras, jacus, gaviões, corujas, sabiás, sanhaços, beija-flores etc.

Todo esse privilégio faz da Reserva Ecológica "Augusto Ruschi" um centro de pesquisas em trabalho de campo para alunos e pesquisadores na Área ambiental. Os visitantes recebem aulas de educação ambiental e informações sobre a Reserva e sua importância. A produção de mudas está destinada a espécies nativas, cuja finalidade é recomposição de mata ciliar dos córregos e rios do município, desenvolvida em convênio com a Fundação Florestal.

A Reserva possui também viveiros e mudas para ornamentação de praças e logradouros públicos, além de trilhas, riachos, lago, jardins, play-ground e quiosques.

Localiza-se a aproximadamente 17 km do centro da cidade, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, do lado esquerdo da Rodovia SP 50 antiga, estrada para Campos do Jordão, no bairro do Costinha.

A Reserva encontra-se aberta a visitação de segunda à sexta, para escolas com acompanhamento de monitores e outras instituições no horário das 07h30 às 11h00 e 12h30 às 16h30. As visitas deverão ser agendadas pelo telefone (012) 3945-9515 na Secretaria de Serviços Municipais/SSM, Prefeitura Municipal, com antecedência de 5 dias.

Fazenda Jardim
659 metros de altitude - 17 km (8 km asfaltado, SP-99, restante em terra melhorada). Estrada Municipal para o Rio Comprido. Conservadíssimo casarão do ciclo do café. Ponto mais indicado da primitiva Aldeia de São José do Rio Comprido, implantada por volta de 1.564 - Provável núcleo inicial da colonização do Vale do Paraíba - Cabeceira do Rio Comprido, divisa com o Município de Jacareí - Também conhecida como Fazenda da Tecelagem ou Fazenda Fagundes.
Itinerário: Viaduto do CTA, Vila São Bento, Torrão de Ouro, Clube de Campo do Banco do Brasil -AABB, Loteamento Interlagos, passagem sob Rodovia Carvalho Pinto.
Igreja Matriz
Defronte a Praça João Pessoa - o "Marco Zero" da cidade - ergue-se a majestosa Igreja da Matriz, no mesmo local em que fora construída, nos idos tempos de 1643, a primeira capela do povoado que, então, surgia às margens do "Banhado".
Igreja de São Benedito
Localizada na Pça. Afonso Pena, 262
A História da construção desta igreja vem aliado a um fato curioso quase lendário. Iniciada em 1870, sob direção de "Zé Taipeiro", uma mistura de José pedreiro, ferreiro e carpinteiro - os escravos tiveram que interromper por várias vezes as obras por falta de dinheiro. Inauguram-na após 6 anos, ainda assim, tendo por concluída, somente a mesa de comunhão, o altar e parte da modesta construção de paredes taipa-barro. Entretanto, a graça divina concedida a um devoto veio reverter-se em uma benção também a esta igreja. João Ribeiro, um lavrador do Bairro de Jaguari, ao iniciar as escavações de reforma de um velho casarão descobriu um panelão de barro enterrado, cheio de barras de ouro. Em agradecimento a Deus, concedeu à igreja de São Benedito a verba necessária para sua tão esperada concluSão, concretizada somente em 1879. Foi sede provisória da Matriz (1933), quando da construção da nova igreja desta. Várias estórias foram sendo contadas envolvendo a São Benedito, ao longo de sua existência: túneis secretos, pessoas enterradas numa das paredes, etc. Foi tombada pelo Condephaat em 25 de Julho de 1980. Sofreu reformas e pintura da fachada, sendo utilizada num selo comemorativo do aniversário de São José. Foi preservada pela Lei Municipal n° 3143/86, de 09 de junho de 1986.
Morro do Cruzeiro
Vista panorâmica da cidade - zona urbana - 5,5 km do centro comercial - Bairro do Alto da Ponte.
Capela São Miguel
No Largo São Miguel, 66, no Centro, foi construída entre 1851 e 1863, como a capela do primeiro cemitério público municipal (1834). É um marco histórico, em nossa cidade, da proibição do ato de sepultar os mortos nas igrejas pela lei de adoção dos sepultamentos nos cemitérios. Este cemitério público foi desativado em 1882, sendo a Área loteada e construídos vários prédios neste local. Ao longo dos anos, esta capelinha sofreu várias reformas, inclusive a construção de um anexo em 1920. Foi preservada pela lei municipal n° 4592/94 de 1994, sendo recuperada em dezembro de 1995. Atualmente lá realizam-se velórios, e orações por devotos do santo.
Capela de Nossa Senhora Aparecida
A Capela Nossa Senhora Aparecida foi construída no início do século, pela Família Cursino, no mesmo local onde, anteriormente, havia uma pequena capela (Travessa Chico Luiz, 67, no Centro), de nome Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Nesta capela eram realizadas festas, terços, reuniões e catecismo, pelo Padre Fortunato Silva Ramos. Também eram realizadas atividades complementares para a Igreja Matriz, como curso de Primeira Comunhão. Na década de 80 a Nossa Senhora foi doada à Mitra Diocesana de Taubaté. Ao longo do tempo, vários prédios foram construídos ao redor da capela, restando à Nossa Senhora Aparecida somente a Área onde está situada e o jardim a sua frente. Em 11 de Agosto de 1988, passa a ser um prédio preservado de categoria EP-1, através da Lei Municipal N.º 3.366/88.
Estações Ferroviárias de São José dos Campos
As estradas de ferro foram elementos muito importantes no processo de expanSão urbana e econômica dos municípios paulistas.

São José dos Campos apresenta um desenvolvimento diferente da maioria das cidades do Vale. O café aqui foi produzido a níveis modestos. A chegada da ferrovia em 1886, não melhorou o quadro, agravado pela abolição. No entanto, possibilitou uma melhoria no transporte de cargas e passageiros, gerando um aumento na População e no Comércio de produtos agrícolas. Foi favorecido pelas estradas de Ferro que proporcionaram a ligação entre as duas grandes cidades, São Paulo e Rio de Janeiro, já nos seus surtos iniciais de industrialização.

As várias estações da cidade evidenciaram este processo. A função principal era o transporte de passageiros e cargas de diferentes tipos. Foram quatro as estações aqui instaladas: Limoeiro, Central do Brasil, Martins Guimarães e Eugênio de Melo, descritas abaixo.

• Estação Ferroviária do Limoeiro
Localizada na rua Carlos Marcondes, foi inaugurada em 1894, passou a fazer parte do Patrimônio Histórico em 1996, através da lei n° 4943/96.

• Estação Ferroviária Martins Guimarães
Na estrada Municipal Martins Guimarães. A mais antiga data do final do século passado e início deste século. Na década de 40 foi desativada, sendo construída uma nova, ainda em uso. Foi preservada pela Lei Municipal n° 4943/96, em 19 de setembro de 1996.

• Estação Ferroviária de Eugênio de Melo
A estação foi inaugurada em 1898, em Área doada pela Família Molina. O distrito de Eugênio de Mello é distante da Cidade de São José dos Campos. Durante grande período, o distrito possuía somente como ligação deste com as cidades próximas (Caçapava e São José dos Campos) a estrada de rodagem Rio - São Paulo e a estrada de ferro. Assim, a maior parte das necessidades do distrito eram satisfeitas através da estação. Em conjunto com as outras três estações, foi preservada pela lei n° 4943/96.

• Estação Ferroviária Central
A antiga estação central de nossa cidade data de 1887, localizada onde atualmente está o Tênis Clube de São José dos Campos. Em 1925, mudou-se o traçado da estrada, retirando-a do centro da cidade. O novo trajeto circunda o banhado, tangenciando a cidade. A nova estação agora se localiza na rua Sebastião Gualberto, 203, nos campos de Santana. Proporcionou, assim, uma Área industrial, uma vez que o trajeto antigo estava tomado por prédios. Várias indústrias irão se instalar na região, até 1950, quando a Via Dutra irá definir nova configuração espacial à cidade.
Foi preservada Pela lei municipal n° 4.943/96.

Theatro São José
Atual Biblioteca Pública Cassiano Ricardo. Localizado à Rua XV de Novembro, 99, esquina com a Rua Sebastião Húmel o edifício da atual Biblioteca Pública Municipal foi inaugurado em 24 de dezembro de 1910, então chamado de "Theatro São José". Durante as décadas de dez e vinte, tornou-se o centro da vida cultural do município, funcionando também como cinema e local para bailes populares.

Na década de quarenta, o edifício, após ser desapropriado abrigou várias instituições: Prefeitura Municipal (1941), a Câmara Municipal (1948-1967) e, por fim, a Biblioteca Pública foi transferida para o local, sendo seu uso atual. Em 1986, através do recém criado COMPHAC, o edifício foi o primeiro imóvel preservado por lei pelo município, através da lei n° 3142/86 de 09/06/1986. As obras de restauro e ampliação foram realizadas em 1996. Fone: (12) 3921-7682
Estação de Força e Luz
Foi construída pela Empresa de Força e Luz, cujo acionista majoritário era o Sr. Alberto de Rodrigues Alves. Sabemos, através dos documentos acessados, que sua data de Fundação se deu entre 1923 e 1928. Pouco tempo exerceu esta primeira função. Já em 08/08/1932, foi firmado um contrato de arrendamento entre a antiga "The São Paulo Trainway, Light and Power" e a Prefeitura Municipal de São José dos Campos, com validade de dois anos, perdurando até os dias de hoje. Em 1994, através de pedido da comunidade, encaminhado ao secretário Municipal de Planejamento e Meio Ambiente e presidente do COMPHAC (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Paisagístico), este prédio foi declarado um Bem de preservação (Lei n° 4593/94). No entanto, ainda está de posse da Eletropaulo.
Mercado Municipal
O atual Mercado Municipal de São José dos Campos, localizado entre as ruas Siqueira Campos, Sete de Setembro, Sebastião Húmel e Travessa Chico Luiz, teve sua construção iniciada em 18 de setembro de 1921 e foi concluído em 1923, durante a gestão do prefeito João Alves da Silva Cursino, no mesmo local do mercado anterior. O Mercado antigo, construído em 1896, ocupava um terço da Área do atual. Os outros dois terços eram ocupados pelo Largo do Mercado ou Largo D’Aparecida. Sua modificação estava integrada no projeto de melhoramento da cidade, num processo de expanSão urbana e adequação às exigências sanitárias acirradas na década de 20. Em 4 de julho de 1994, o prédio foi preservado pela Lei Municipal n° 4595/94. No mesmo ano, foi realizada a cobertura do edifício e o Departamento do Patrimônio Histórico da Fundação Cultural Cassiano Ricardo elaborou uma proposta de recuperação das cores originais das fachadas do Mercado, que foi implantada em dezembro de 1996.
Sanatório Vicentina Aranha
Foi o primeiro sanatório a ser construído na cidade de São José dos Campos. Localiza-se na R. Engenheiro Prudente Meirelles de Moraes, 302, na Vila Adyana. Devido a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo não poder mais comportar a quantidade de doentes tuberculosos, além da necessidade de isolamento que a doença requeria, sentiu-se a necessidade de construir um Hospital. Da inauguração (1924) até 1945, sofreu várias reformas e ampliações, recebendo capela, necrotério, casa interna do médico, etc. O edifício foi elaborado pelo arquiteto paulista F. P. Ramos de Azevedo e realizado pelo engenheiro Augusto Toledo. Encontrava-se fora da cidade, para isolamento e descanso. Era muito arborizado, com eucaliptos e bambus, para proteger dos ventos frios. Com as mudanças nos métodos de tratamento da tuberculose e as possibilidades de cura, após 1945, passou a diminuir suas atividades. Passou, em 1990, a abrigar um Hospital Geriátrico, por deciSão da Santa Casa, sendo sua função atualmente. Abriga, também, uma Associação de Apoio ao Fissurado Labial Palatal, o Centro de Atividades para a Terceira Idade e o Espaço Cultural Vicentina Aranha.

Em 1985, foi encaminhado para o CONDEPHAAT, o processo n° 23.370/85, que, em 2011 resultou no seu tomabamento. Em 28 de agosto de 1996 é preservado por lei municipal n° 4.928/96 através do COMPHAC, sendo preservado os edifícios e toda a Área utilizada pelo sanatório (Setor de Preservação).

Câmara Municipal
O prédio onde atualmente se localiza a Câmara Municipal (Praça Afonso Pena, 29, no Centro), já teve vários usos e funções. Foi construído em 1926 para abrigar o Paço Municipal, que funcionava num prédio em conjunto com o Forum e a cadeia. Porém, em 1930 teve suas atribuições modificadas e passou a funcionar como Escola Normal Livre, para formação de professores. Depois, tornou-se Instituto de Educação João Cursino, ampliando os cursos oferecidos à População. Após a mudança da escola João Cursino, passou a funcionar ali a Câmara