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Pontos
Turísticos |
Aqui você irá
encontrar textos e fotos sugerindo locais
para a visitação. Inicialmente,
será dada prioridade para os aspectos
culturais de São Sebastião,
não invalidando que sejam abordados
locais meramente marcados por sua beleza natural
ou potencial turístico.
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Convento
de Nossa Senhora do Amparo |
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Fora do
Centro estão outros duas construções
históricas. O convento de Nossa Senhora
do Amparo é o prédio mais antigo
existente no município, datando do século
XVII. |
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| A Fazenda
Santana, no Pontal da Cruz, teve sua sede primitiva
construída no século XVIII, mas
a que se vê hoje já é uma
reconstrução, depois que a anterior
foi demolida. O grande aqueduto que era mais
uma engrenagem do grande engenho de cana que
um dia foi a Fazenda Santana ainda pode ser
visto e é um dos testemunhos dos tempos
coloniais em São Sebastião. Remanescente
da época da escravidão, possui
Casa Grande, Senzala, Rocha d'Água, Pilão
e Santuário. No interior da casa Grande
encontra-se a capela que é ornamentada
com pinturas de ouro Tombada pelo Condephaat.
Av. Manoel Hyppolyto do Rego - Bairro Pontal
da Cruz |
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Datadas
em sua maioria do início do século,
as capelas caiçaras nas praias também
merecem ser visitadas como representantes do
patrimônio cultural sebastianense. Elas
estão protegidas por lei e algumas como
a de Barra do Sahy, Maresias, Toque Toque Grande
e Pequeno ainda guardam muito da singeleza de
suas construções originais.
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Vida noturna
agitada nos diversos bares e restaurantes existentes
nas ruas coloniais que abrigam um centro histórico
tombado pelo patrimônio. Passear pelo
centro de São Sebastião é
descobrir tesouros da arquitetura colonial a
cada esquina. Entre as construções
mais significativas, estão a Igreja Matriz,
a Casa de Câmara e Cadeia, a Casa Esperança,
e, o Museu de Arte Sacra na capela de São
Gonçalo. Vale uma visita à Secretaria
de Cultura e Turismo e ao escritório
do Patrimônio Histórico. |
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A Praça
da Vela, localizada no Porto Grande, é
ponto de partida de veleiros. A infraestrutura
da praça facilita a preparação
dos barcos. Porto Grande - km 127, a 1 km do
Centro. |
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Utilizada
basicamente como ponto de entrada e saída
para embarcações nas diversas
garagens náuticas ali existentes. Vale
uma visita, no entanto, à Cruz que dá
nome à praia e que fica já na
virada para a Praia Deserta. A cruz está
ali em homenagem a uma lenda sobre uma trágica
História de amor entre uma moradora do
pontal e um rapaz de Ilhabela, que a maior parte
dos moradores de São Sebastião
sabe de cor. O Pontal da Cruz tem uma praia
larga e plana, pouco utilizada para banho e
é um dos bairros mais populosos de São
Sebastião, onde predominam famílias
que residem no município. O bairro tem
boa infra-estrutura, com escolas, hotéis
e pequeno centro comercial. Sede de várias
garagens náuticas é ponto de partida
das embarcações que a utilizam
como abrigo. Pontal da Cruz - km 125,5 - A 2,5
km do Centro. |
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Pequena
construção de pedra entaipada,
de nave única. Sua História não
está definida, mas tudo indica que possa
remontar ao século/ XVII. Sofreu reformas
posteriores e é tombada pelo Condephaat.
Bairro do Pontal da Cruz. |
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Foi construído
no século XVII, pela ordem religiosa
Franciscana em 1650. Ficou abandonado por muito
tempo e muitos anos. Frei Manoel foi o último
guardião do Convento antes de sua restauração
e, depois de sua morte o Convento ficou entregue
aos síndicos e zeladores. Em uma carta
datada de 1897, Antônio Martins de Oliveira
afirma que desde muito tempo tomava conta do
Convento e lutava com a falta de recursos para
fazer alguns consertos. Em 1907, o Sr. Benedito
Martins de Oliveira tomava conta do Convento
com muito carinho, sem no entanto, ser esta
tarefa oficial, somente quando o Pe. Provincial,
visitando São Sebastião, nomeou
o Sr. Benedito zelador, então, sua tarefa
passou a ser verdadeiramente oficial, que ele
cumpriu muito bem até a sua morte em
1934. Não foram poucas as lutas e reivindicações
para que o Convento fosse restaurado. O Convento
se limitava, nessa época, ao Culto ao
Divino e à celebração das
festas da Padroeira e de São Benedito,
vindo para esse fim o vigário de São
Sebastião. Sua restauração
só começou em 1932.
Bairro de São Francisco, a 4km do centro
de São Sebastião |
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O acervo
deste museu é constituído por
peças pertencentes a Paróquia
de São Sebastião, a maior parte
das quais encontrava-se na Igreja Matriz e foi
cedida pelo Conselho Paroquial para a montagem
do museu. Algumas, em estado mais precário,
foram restauradas pelo Condephaat, outras apenas
receberam limpeza. Através desta exposição
se pretende representar o Patrimônio Cultural
do Litoral Norte, proporcionando à comunidade
local e aos turistas contato com a sua História. |
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Famosa pelos
coqueirais e pelo sabor das cocadas e deliciosas
batidas de coco ou simplesmente pela água
do coco verde. Próxima à Praia
do Toque-Toque Grande. |
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Cachoeira
do Toque-Toque Grande |
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Praia do
Toque-Toque Grande a 24 km do centro. Propícia
a banhos. |
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No meio
da mata com acesso pela estrada do Cascalho. |
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Patrimônio
Histórico de São Sebastião |
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Percorrer
o centro histórico de São Sebastião
é descobrir tesouros da arquitetura colonial
a cada esquina. O município tem diversos
quarteirões tombados pelo Condephaat
em 1969. Ainda assim, muitas das construções
foram derrubadas indevidamente. Um trabalho
da Prefeitura de São Sebastião
vem procurando preservar os exemplares remanescentes.
Entre as construções mais significativas
do centro estão a Igreja Matriz, a casa
de Câmara e Cadeia e a Casa Esperança.
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Igreja
Matriz de São Sebastião |
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A Matriz
foi implantada no século XVII, mas foi
derrubada e a construção atual
data do início do século XIX.
O prédio é construído em
taipa, mantém características
da influência jesuítica e sofreu
recentemente um trabalho de recuperação
e pesquisa de suas características originais.
Em estilo colonial rústico. Seu acervo
é constituído de imagens sacras
de origem portuguesa, entalhada em madeira.
Praça Major João Fernandes, s/n
- Centro |
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A Casa de
Câmara e Cadeia tem as características
da arquitetura do século XVIII, similar
a outras como as de Minas Gerais. Ali funcionou
o pelourinho, que existia até há
algumas décadas. |
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A Casa Esperança
é a construção histórica
mais nobre do município. É construída
de pedra e cal, com argamassa feita da moagem
de conchas, areia e óleo de baleia. As
peças em pedra que ornam as esquadrias
e as pinturas no teto demonstram uma riqueza
que não era comum nas construções
da época em São Sebastião,
que nunca foi um município rico como
Paraty, por exemplo. Arquitetura urbana do século
XVIII, com pinturas originais do forro de gamela,
nos três salões principais. O primeiro
andar encontra-se fechado, na parte térrea
estão instalados lojas e armazém,
É propriedade particular do Sr. Izidoro
Fernandes e, tombado pelo Condephaat.
Av. Dr. Altino Arantes, 150. |
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Outros
Pontos no Centro Histórico |
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Ao lado
da Casa Esperança está a sede
da Secretaria de Cultura e Turismo, do início
do século e que abrigou o primeiro grupo
Escolar do Município, o Henrique Botelho.
Ainda na rua da Praia podemos ver o prédio
do antigo Hotel Praia, hoje muito abandonado
pelos proprietários, mas que também
foi construído como sinal de fartura.
Ainda no Centro, na rua Sebastião Silvestre
Neves, está a capela de São Gonçalo,
a primeira construída em São Sebastião
e também recém-recuperada. Ali
podem ser vistas importantes peças da
História sebastianense, uma vez que a
capela abriga o Museu de Arte Sacra. Outra representante
do início deste século é
a Casa Dória, construída em 1906
no centro da cidade e que é um exemplo
da transição entre a arquitetura
colonial e a modernidade. Ali viveram membros
de uma das mais tradicionais famílias
locais, os Dória. Já a sede da
DiviSão de Patrimônio Histórico
Cultural do município está no
Sobrado da Praçada Matriz, do século
passado e que sofreu recente processo de recuperação.
Ali podem ser obtidas todas as informações
sobre a memória arquitetônica e
cultural de São Sebastião. |
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Praias em
toda extenSão da costa com areias finas
e soltas, algumas calmas e outras propicias
para o surf. Ilhas próprias para a pesca
submarina, localizadas na parte sul do município.
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Nove quilômetros
de mar aberto e calmo guardam preciosidades
como a Reserva Indígena Rio Silveiras
dos índios Guaranis. Em julho ocorre
a tradicional festa anual da Tainha, que reúne
turistas e moradores na pesca do arrastão. |
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A 150 Km
de São Paulo, um dos mais encantadores
balneários do Litoral Norte. Uma pérola
de 800 m. de praia cercada pela exuberante Vegetação
da Mata Atlântica, muito procurada por
aqueles que apreciam privacidade e natureza. |
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O Iate Clube
Barra do Una concentra o maior número
de barcos do sul de São Sebastião
que chegam ao mar através do rio Una,
no lado esquerdo da praia. Dali, pode-se alcançar
as ilhas da costa em passeios inesquecíveis.
Barra do Una - km 184 - A 56 km do Centro. |
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Juquehy
também desenvolveu vida própria,
pela sua distância do Centro de São
Sebastião. No bairro ainda vivem muitos
caiçaras e pescadores, mas que acabaram
ficando afastados da praia com a especulação
imobiliária. Nos meses de alta temporada
há opção de atração
noturna. Possui bares, restaurantes, pousadas,
mercadinho e padaria. Ideal para a prática
de esportes náuticos, conta com uma marina
onde é possível agendar um passeio
ao conjunto de ilhas denominado: As Ilhas, dos
Gatos e Montão de Trigo. O programa pode
durar o dia inteiro e é muito disputado,
mas é preciso verificar as condições
dos ventos e marés antes de partir. São
constantes os ¨resgates¨ de turistas
que ficam presos no local. Juquehy - km 176
- A 48 km do Centro. |
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Entre Juquehy
e Barra do Sahy encontram-se as Praias Preta
e Conchas. De pequena extenSão, revelam-se
como verdadeiros monumentos à natureza.
Areias escuras, águas transparentes e
calmas. O verde quase selvagem e um pequeno
riacho, dão um toque paradisíaco
às praias. Localizadas bem em frente
das Ilhas, é um ótimo local para
passeios de barco ou escunas, servindo inclusive
de abrigo seguro a embarcações.
Excelente região para a prática
de mergulho. Não deixe de assistir ao
pôr-do-sol, tomando um drink no restaurante
As Ilhas, que possui uma das mais belas vistas
da Costa Sul de São Sebastião. |
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A Barra
do Sahy também é uma das preferidas
pelos descolados. A praia tranqüila tem
um recanto especial: a Igreja de Nossa Senhora
Santana, perto do rio e que, junto à
ponte de madeira, completam um dos mais bucólicos
cenários do Litoral Norte.
Barra do Sahy - km 172 - A 44 km do Centro. |
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Praia mais
dedicada a veraneio, com vários condomínios
residenciais.
Baleia - km 170 - A 42 km do Centro. |
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A praia
reúne badalação e surf,
além de ser o maior centro de artesanato
caiçara em caxeta - uma madeira maleável
- como pássaros, barcos e peixes multicoloridos.
Um passeio que vale a pena em Camburi é
conhecer seus sertões: Camburi, Cacau
e Piavu, que sáo verdadeiras Áreas
rurais em plena Mata Atlântica, com recantos
com árvores gigantescas e mágicas,
plantas de flores exuberantes e pássaros
coloridos. Camburi, nome indígena que
significa rio Robalo, pela quantidade de Robalo
que sobem o rio, um dos poucos peixes que trocam
água salgada pela doce. Há uma
segunda verSão do significado do nome
Camburi, que seria Rio que Muda, pois de tempos
em tempos o rio muda sua trajetória,
ora deságua na praia de Camburi ora em
Camburizinho. Durante o verão, a noite
de Camburi é agitada pelos bares e pousadas
que promovem eventos para todos os gostos. É
um local exótico para ser desvendado
com calma, etapa por etapa.
Camburi - km 165 - A 37 km do Centro. |
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A primeira
referência sobre Boiçucanga está
nos livros do viajante alemão Hans Staden,
que esteve no Litoral Norte paulista no século
XVI. Era o tempo dos índios tupiniquins
e tupinambás, e é da língua
indígena que vem o nome Boiçucanga:
Boi, que significa cobra + Açu, que significa
grande + Canga, que significa cabeça.
A cobra de cabeça grande seria a serra
que isola Boiçucanga do restante do município.
Durante a colonização brasileira
houve migração para a região
e a economia continuou se baseando na agricultura
e na pesca até a chegada da estrada e
do turismo, principalmente a partir dos anos
70. Os caiçaras de Boiçucanga,
como a família Mattos, por lá
desde o início do século, até
hoje defendem fortemente sua cultura. Muitos
dos moradores ainda vivem da pesca e têm
seus barcos. No canto esquerdo da praia é
comum ver os pescadores trabalhando. As festas
tradicionais, como a de Nossa Senhora da Conceição
e a Corrida de Canoas na Passagem de Ano São
tradicionais e mais vivas a cada ano, contando
inclusive com a participação de
turistas e veranistas. O "isolamento"
geográfico" de Boiçucanga,
hoje vencido com a estrada na serra, fez com
que o bairro desenvolvesse uma estrutura comercial
autônoma, ainda que em alguns casos improvisada.
Tem agência bancária, Correio,
mecânicos, restaurantes para todos os
gostos e bolsos, lojas de artesanato, boutiques,
doçarias e muitos hotéis e pousadas.
Para quem quer ficar de frente para a mata,
Boiçucanga tem uma das cachoeiras mais
lindas da Costa, a cachoeira do Ribeirão
do Itu. Não perca o por do sol de Boiçucanga,
já eternizado em fotos e quadros: no
verão o sol se põe no mar, tingindo
de vermelho o horizonte entre as ilhas da Costa.
Boiçucanga - km 163 - A 35 km do Centro
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O acesso
é limitado a quem é bom motoqueiro,
alugou um barco ou tem saúde para subir
um morrão carregando uma prancha de surf,
enfrentando suas ondas fortes e correntes perigosas.
Brava - km 157 - A 29 km do Centro. |
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Não
foi por acaso que Maresias, uma praia de cinco
quilometros de extenSão de águas
azuis e cristalinas, cercada pela exuberância
da Mata Atlântica, das encostas da Serra
do Mar, se tornou um dos principais pólos
do turismo sofisticado do país. Distante
duas horas de São Paulo, com casas suntuosas,
muita gente bonita, é o ponto de encontro
de empresários, intelectuais, e jovens
executivos que procuram o lazer e o entretenimento
nos restaurantes e bares da sua agitada vida
noturna. De frente para o arquipélago
de Alcatrazes, a praia de Maresias com seus
coqueiros, areias brancas e soltas, é
conhecida internacionalmente pela excelência
de suas ondas, sediando durante o ano diversos
torneios de Surf. O ponto alto São suas
pousadas bom gosto, hospitalidade e atendimento
personalizado, em ambientes onde o requinte
se traduz no natural. Hoje Maresias é
considerada a verSão paulista da carioca
Copacabana. A freqüência e a vida
noturna de Maresias destacam-se do resto do
município, pois é o único
local onde realmente há agito o ano inteiro.
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A praia
é pequena mas muito bonita e freqüentada
por veranistas e por quem veio conferir as ondas
que quebram perfeitas, mas em apenas alguns
dias do ano. Possui vilarejo de pescadores onde
é possível comprar peixe fresco.
Conta com serviço de hotéis, camping,
restaurantes, bares e mercado. Paúba
tem areia fina e branca. É uma praia
encantadora.
Paúba - km 151 - A 23 km do Centro. |
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Um recanto
residencial privilegiado pela natureza, belíssimas
casas de veraneio se misturam em meio a muito
verde da mata nativa. Ao longe avista-se as
Ilhas de Toque Toque Pequeno, Montão
de Trigo e Alcatrazes e, bem próximos
à praia, parcéis proporcionam
aos adeptos do mergulho um visual submarino
deslumbrante. Praia de águas cristalinas,
areia fina e branca emoldurada por abricoeiros.
Santiago é indicada aos que curtem a
tranqüilidade e a natureza. |
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Praia
de Toque-Toque Pequeno |
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A praia
é dourada, tem pescadores que vendem
peixe, muito frescos. O mar não é
de tombo total e a maior vantagem com relação
às outras é que não tem
repuxo para fora. A onda quebra tipo caixote,
as vezes embola os incautos. Uma infra-estrutura
muito boa foi trazida por construtoras que fizeram
condomínios muito bem arborizados e cuidados.
Todos os anos, no Sábado de Aleluia,
tem uma já tradicional corrida de canoas,
aberta a todos os remadores do litoral norte,
e que até bem pouco tempo era organizada
e quase que inteiramente subvencionada por comerciantes
locais. No verão possui o mais lindo
por do sol de toda Costa Sul. Ele se põe
bem no centro da praia. |
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Praia
de Toque Toque Grande |
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Estritamente
residencial, é pouco freqüentada
e é um dos últimos núcleos
de pesca artesanal no município. A entrada
para a praia fica em frente à grande
cachoeira na beira da estrada. Toque Toque Grande
- km 141 - A 13 km do Centro. |
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Acesso somente
a pé, por uma trilha a partir do Canto
Sul do Guaecá, com uma paisagem belíssima.
Brava - Altura do km 137 - A 9 km do Centro. |
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Assim como
outras praias do sul, Guaecá é
marcada pela proximidade entre a Mata Atlântica
e o mar. A galera do surf fica no canto sul.
As ondas que quebram por ali São ideais
para quem está iniciando. Da ponta norte,
próximo à caixa d'água
da Sabesp, decolam voadores de asa delta e paraglider.
Há espaço de sobra para jogar
frescobol, correr ou caminhar na areia. No lado
norte, enormes chapéus-de-sol abrigam
as famílias. Vale ainda uma visita à
Toca do Bicho, que, segundo os caiçaras,
teria abrigado uma serpente devoradora de barcos,
expulsa pelo Padre Anchieta em uma de suas passagens
pelo Litoral Norte. Nesses meses, durante à
noite, a natureza revela o belo espetáculo
da ardentia (espécie de plancton), quando
a areia fica salpicada de pontinho de luz verde
fosforescente. No Guaecá há um
posto da Polícia Rodoviária Estadual.
Guaecá - km 135 - A 7 km do Centro. |
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Abrigada
pelo canal, Barequeçaba é o ideal
para quem procura banho de mar sem preocupações
para as crianças. A faixa de areia é
extensa e firme, e é comum a prática
de esportes como vôlei, frescobol e basquete,
além de windsurf. Durante o Carnaval,
sedia os Jogos de Verão, evento tradicional
que entrou para o calendários oficial
do município. Próximo a estrada
estão localizadas as residências
de alguns artesões e uma fazendinha comercializa
produtos lácteos frescos.
Barequeçaba - km 133 - A 5 km do Centro. |
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A prainha
é estritamente residencial, de difícil
acesso. O maior problema é a falta de
lugar para parar o carro.
Pitangueiras - km 131 - A 3 km do Centro. |
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No local
fica o Balneário dos Trabalhadores, ideal
para quem quer "invadir a praia" com
família ou grandes grupos: tem banheiro,
bares, churrasqueiras, estacionamentos e quadras
poliesportivas. É o único local
onde é permitido o estacionamento de
ônibus de turismo de um dia, que chegam
ao local sobretudo aos domingos.
Porto Grande - km 130 - A 2 km do Centro. |
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A praia
do Arrastão, apesar de pouco extensa,
é bastante utilizada para banho e esportes
náuticos.
Arrastão - km 125 - A 3 km do Centro. |
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Praia pouco
freqüentada por turistas, com apenas um
acesso a partir da Rio-Santos.
Olaria - km 123 - A 5 km do Centro. |
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Tradicional
núcleo de pesca, tem pequenas casas caiçaras
à beira mar. No local também é
comum os turistas irem procurar peixes e camarões
frescos trazidos pelos pescadores.
São Francisco da Praia - km 122 - A 6
km do Centro. |
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Praia quase
que estritamente de casas de veraneio, contando
com um pequeno Yatch Club.
Cigarras - km 118 - A 10 km do Centro. |
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Pouco usada
para banho, é o maior criadouro natural
de camarão na região. Concentra
pequenas propriedades rurais.
Enseada - km 116 - A 12 km do Centro. |
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• Ilha das Couves -
Na altura da Barra do Sahy.
• Ilha Montão
de Trigo - Visível de todas as praias
da costa sul; 13 km em linha reta da Barra do
Una.
• Ilha dos Gatos - Próxima
a Camburi e Boiçucanga.
• Ilha de Alcatrazes
- A mais distante de todas, famosa por seus
milhares de pássaros.
• Ilha Toque-Toque -
Próxima a Ponta da Varanda.
As ilhas da costa sebastianense São uma
página à parte no capítulo
de suas belezas. As mais famosas São
as que formam, junto a pequenas lajes, o Arquipélago
de Alcatrazes, um santuário ecológico
comparável a Abrolhos. Ali milhares de
aves marinhas se reproduzem anualmente e o arquipélago,
localizado a 33 km da costa, é rota de
baleias e outros animais marinhos durante sua
migração sazonal. É um
paraíso para mergulhadores. Em direção
ao sul do município ficam as outras ilhas,
estas bem mais próximas da costa e caracterizadas
em sua maioria por serem extensões de
rica mata contornadas por costões rochosos.
Toque Toque Grande e Toque Toque Pequeno ficam
em frente às praias de mesmos nomes.
De Boiçucanga, Camburi, Baleia, Sahy,
Juquehy ou Barra do Una se alcança a
Ilha das Couves, a Ilha dos Gatos, As Ilhas
e Montão de Trigo. A única habitada
por uma comunidade é o Montão.
Nas Ilhas existe uma família de caseiros
e nos Gatos e nas Couves não há
moradores, apenas visitantes eventuais.
A mais distante da Costa é
Montão de Trigo, que se alcança
depois de cerca de quarenta minutos de barco.
Ali vivem pescadores há dezenas de anos.
As Ilhas ficam muito perto da Barra do Sahy
e por isso São freqüentemente visitadas
por barcos, cujos turistas aproveitam suas areias
para um banho mais isolado. Há também
a prática de surf e windsurf. A Ilha
das Couves é pouco visitada, mas a Ilha
dos Gatos tem uma História interessante:
ali já existiu uma manSão totalmente
construída em pedra por um americano
- diz a lenda que era um testa-de-ferro de Rockfeller.
A imensa casa foi equipada com louças
finas e tinha uma biblioteca enorme. Com a morte
de um dos donos foi sendo dilapidada aos poucos.
Hoje a casa do caseiro, na beira da prainha
construída artificialmente com explosões
de dinamite, está abandonada. A casa
grande é só ruínas e já
foi tomada por imensas árvores. Mas não
deixa de ser uma aventura curiosa e empolgante
para um dia de sol.
Vale lembrar que no caso de
querer visitar qualquer uma destas ilhas, certifique-se
das condições de mar e tempo e
de preferência vá guiado por algum
caiçara ou agência turística
idônea. A região está voltada
de frente para os perigosos ventos que vêm
do sul e quando o tempo vira, um tranqüilo
passeio pode virar um inferno. |
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