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Um
pouco de História |
Prefeitura
Municipal |
| Av. Presidente Sodré, 534 - Centro
- Macaé - Tel.: (22) 2791-9008 |
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Câmara
Municipal |
| Av. Ruy Barbosa, 197 - Macaé - Tel.
(22) 2772-5177 |
• Antonio Franco de Carvalho |
• Julio Cesar de Barros |
• Danilo Funke Leme |
• Lúcio Mauro da Silva Junger |
• Eduardo Cardoso Gonçalves da Silva
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• Luiz Fernando Borba Pessanha |
• Francisco Alves Machado Neto |
• Paulo Fernando Martins Antunes |
• George Coutinho Jardim |
• Paulo Roberto Paes de Oliveira Filho |
| • José Carlos de Souza Crespo |
• Teodomiro Bittencourt Filho |
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| De 01 de janeiro de 2009 à 31 de
dezembro de 2012 |
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Brasão
e Bandeira |
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Mapa |
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AJUDA
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O início da colonização da Área
ocorreu em 1627, quando a Coroa Portuguesa concedeu
aos Sete Capitães, militares portugueses que
lutaram na expulSão dos franceses da Baía
de Guanabara, as terras entre o Rio Macaé e
o Cabo de São Tomé. O núcleo
inicial de Macaé progrediu apoiado na economia
canavieira, em torno da antiga Fazenda dos Jesuítas
de Macaé (1630), constituída de engenho,
colégio e capela situada no Morro de Santana.
Até fins do século XVII, no entanto,
os esforços de colonização de
Macaé não surtiram efeito, mantendo
a cidade desprotegida. Em 1725, piratas franceses
chegaram a se estabelecer no arquipélago de
Santana, de onde passaram a saquear o litoral. Com
a expulSão dos jesuítas, a partir de
1759, a região passou a receber novos imigrantes,
proporcionando o surgimento de novas fazendas e engenhos,
o que motivou sua emancipação, o que
se deu com a edição de Alvará
de 29 de julho de 1813, sob o nome de São João
de Macaé, cujo território foi desmembrado
dos atuais municípios de Cabo Frio e Campos.
Sua instalação deu-se em 25 de janeiro
de 1814. No período imperial, a vila evoluiu
rapidamente, favorecida pela posição
geográfica de maior acessibilidade ao Norte
Fluminense, passando à categoria de cidade
em 1846.
O alicerce da economia de Macaé foi, por muitos
anos, o cultivo da cana-deaçúcar,
que respondeu por um crescimento demográfico
expressivo nos séculos XVIII e
XIX. O município chegou a desempenhar o papel
de porta de entrada e saída do Norte Fluminense,
favorecido pela ligação com Campos dos
Goytacazes, através da construção
do canal Macaé-Campos, com 109 quilômetros
de extenSão, para auxiliar o escoamento da
produção, que era transportada até
o Rio de Janeiro a partir do Porto de Imbetiba, chegando
a operar, até 1875, com cinco barcos a vapor.
A partir desta data, o transporte da produção
regional se fez a partir de via férrea, o que
provocou um novo impulso na economia de Macaé.
Hoje, a rodovia desempenha a função
de ligação entre ambas.
Até o início do século XX, a
economia do município se fundamentava na produção
da cana-de-açúcar, do café, na
pecuária e na extração do pescado.
No período republicano, a cidade foi mantida
como sede do município de Macaé, embora
tenha
sofrido várias alterações na
malha distrital. Os distritos de Conceição
de Macabu e Macabuzinho vieram a constituir o município
de Conceição de Macabu, em 1952; Carapebus
e Quissamã ganharam autonomia municipal mais
recentemente.
A partir de 1974, com a descoberta de petróleo
na região e com a chegada da Petrobras, Macaé
passou a viver um novo momento econômico, marcado
fundamentalmente pelo acelerado crescimento demográfico.
O centro urbano desenvolveu-se na margem direita da
foz do Rio Macaé, expandindo-se para o sul,
pelas Áreas planas, entre praias e colinas
suaves. Atualmente, cresce nas baixas encostas em
direção ao interior e na faixa de praias.
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