| |
Um
pouco de História |
Prefeitura
Municipal |
| Didácio José de Moraes
Penna |
|
Câmara
Municipal |
| Rua Dr. Salim Alexandre Elias, 274
- Centro - Tel. (24) 3332-1260 |
| Adilson Rodrigues Figueiredo |
Luiz Ronaldo Viana Machado |
| Eraldo Silva dos Santos |
Salim Elias |
| Isnaty Silva do Nascimento |
Sebastião Inácio Rodrigues |
| José Ramos de Oliveira |
Silvério Amaro Pereira Filho |
| Josias Ferreira |
|
|
| De 01 de janeiro de 2005 à 31 de
dezembro de 2008 |
|
Brasão
e Bandeira |
|
Mapa |
|
|
|
|
AJUDA
PARA NAVEGAÇÃO: ZOOM:
utilize a ferramenta a esquerda do mapa ou duplo clique
no mapa SATELLITE: clique no botão
no lado superior direito do mapa MOVER MAPA:
clique sobre o mapa, arraste e solte ou clique sobre
o mapa e
utilize as teclas com setas do teclado |
|
|
|
|
A colonização do território
de Rio Claro, que inicialmente estava ocupado pelos
índios Puris, está vinculada à
abertura dos caminhos feitos pelos desbravadores paulistas,
que buscavam via de penetração de Angra
dos Reis ao vale do rio Paraíba, a São
Paulo e às Minas Gerais, bem como à
criação da freguesia de São João
Marcos, em 1755.
Segundo cronistas, por volta do ano de 1733, um certo
João Machado Pereira, vindo de Campo Alegre
da Paraíba Nova, atual Resende, ao chegar na
parte sul da Serra de Itaguaí, ali se estabeleceu
edificando uma capela em homenagem a São João
Marcos.
Entretanto, o local não se mostrou de bom agrado
e seus primeiros habitantes construíram uma
nova igreja num lugar melhor, chamado "Panellas".
A Coroa portuguesa, com o objetivo de construir uma
estrada que ligasse São Paulo ao Rio de Janeiro,
começa o desbravamento da região, concedendo
sesmarias a diversos colonos a partir do século
XVIII.
O desenvolvimento da freguesia de São João
Marcos propiciou o surgimento de várias localidades,
dentre elas destacando-se o arraial de Rio Claro que,
por apresentar crescimento rápido, recebeu
jurisdição de freguesia em 1839. A hegemonia
econômica de Rio Claro sobre as demais freguesias
da região determinou sua elevação
à categoria de vila, e conseqüente criação
do município de Rio Claro em 1849, face a edição
da Lei Provincial n.º 481, de 19 de maio daquele
ano, com instalação em 1º de janeiro
de 1850.
Sua economia baseada na cafeicultura, cuja produção
tinha como escoadouro os portos de Mangaratiba e Sepetiba,
fez a riqueza de muitos, o que se reflete nos muitos
casarões. É importante destacar a figura
do Comendador Breves, um dos quatro maiores exportadores
de café do Brasil. Este grande proprietário
possuía cerca de 30 fazendas na região
e chegou a ter, aproximadamente, seis mil escravos
tendo na fazenda da Olaria, atualmente em ruínas
sob a represa de Ribeirão das Lages, uma das
mais expressivas da época.
Após um período de importância
econômica, o município entrou numa fase
de declínio, tendo em vista a abolição
da escravatura, e o empobrecimento, seguido do desprestígio
da aristocracia rural escravista, com o café
sendo substituído pela pecuária leiteira.
A crise econômica atingiu também o município
de São João Marcos, cujo território
foi incorporado à administração
de Rio Claro em 1938.
Em 1943, o nome foi alterado para Itaverá,
sendo restabelecida a antiga denominação
em 1956.
Durante a primeira metade do século XX, o crescimento
urbano do município esteve relacionado com
o tráfego ferroviário. O ramal Barra
Mansa - Angra dos Reis era a via por onde as indústrias
de Barra Mansa recebiam suas matérias-primas
e faziam escoar seus produtos. Rio Claro, Lídice
e Getulândia correspondiam a estações
de passagem.
Apesar da importância do eixo ferroviário,
a economia municipal permaneceu concentrada no setor
primário, sem grande desenvolvimento urbano.
A partir de 1950, a pavimentação da
rodovia de acesso a Angra induziria pequeno crescimento,
particularmente em Passa Três.
A sede municipal se localiza nas margens do Rio Piraí,
sendo cortada por um de seus afluentes, o Rio Claro.
O desenvolvimento urbano do município não
se concentra apenas em sua sede, ocorrendo também
em Lídice, Getulândia e Passa Três.
A proximidade com Angra dos Reis, no caso da primeira;
a ligação com Volta Redonda, no caso
da segunda; e as reservas turísticas da represa
de Ribeirão das Lajes, próxima a Passa
Três, justificam tal descentralização.
|
|
|
|
|
|
|