| |
Pontos
Turísticos |
|
Aqui você irá encontrar textos e
fotos sugerindo locais para a visitação. Inicialmente,
será dada prioridade para os aspectos culturais de
Rio Claro, não invalidando que sejam abordados locais
meramente marcados por sua beleza natural ou potencial turístico. |
|
|
|
| |
|
|
|
Represa
de Ribeirão das Lajes |
|
|
Formada
pelos Rios Pires, da Prata, Machado, e pelo
Rio Piraí, que é desviado de seu
curso normal pela Barragem de Tocos, por túnel
que leva até a represa. Possui uma Área
total de 204 km2, que atinge o município
vizinho de Piraí. Na Área de Rio
Claro ela se estende por 42 km2, ocupando cerca
de 25% de seu território e está
sobre onde outrora existia a cidade de São
João Marcos. Sua inundação
ocorreu em 1943, quando a cidade desapareceu
submersa. A represa pode ser percorrida por
diversas trilhas, podendo-se observar exuberantes
flora e fauna. Comuns São os patos selvagens,
os martins pescadores e os micos. Entre os meses
de setembro e fevereiro essas trilhas São
impraticáveis devido ao excesso de chuvas.
Suas águas seguem para Usina de Ribeirão
das Lajes, de onde partem para a Estação
de Tratamento de Guandu, por tubulação,
para serem tratadas e distribuídas no
município do Rio de Janeiro. |
| |
| Descendo
a encosta do Morro do Rastro por um paredão
rochoso, possuindo aproximadamente 130 m de
altura. É composta por três saltos,
os dois primeiros com altura em torno de 50m
cada e o terceiro com 30m aproximadamente. |
|
| Onde há
corredeiras típicas das regiões
serranas que formam belíssimas cachoeiras
de águas frias e cristalinas, atraindo
adeptos da natureza e de esportes como a canoagem
e rafting. As cachoeiras mais freqüentadas
e de fácil acesso São: Cachoeira
de Laje e Cachoeira Cascata. |
|
|
Áreas
de pesca nos afluentes do Rio Piraí |
|
|
Podemos
destacar Parado, Passa Quatro, Ribeirão
da Várzea, Arataca, e Jararaca, entre
outras. As principais espécies existentes
na região São: traíra,
bagre, acará, capião, tilápia,
truta e o quase extinto tucunaré. Somente
a pesca de linha é liberada, em qualquer
época do ano, sendo proibida qualquer
outra forma de captura (redes, tarrafas etc)
nos rios da região. Não há
época específica de maior piscosidade,
pois as espécies existentes desovam em
épocas diferentes. |
|
Possui marcas
na sua superfície que lembram o formato
de uma vela e o perfil de uma santa. Não
é possível o acesso, entretanto,
ela pode ser vista de todos os pontos da sede
do município. |
|
Situada
a 1400 metros de altura, do topo tem-se uma
ampla vista de toda região e parte de
Volta Redonda. O local é propício
para escalada que podem ser feitas através
de trilhas. |
|
Situada
na Trilha da Independência. |
|
Situada
no topo do Morro do Rastro, a Pedra possui 7
metros de comprimento e 4 metros de largura.
Segundo reza a lenda, em épocas passadas,
durante a realização da procisSão
de São Benedito, um homem encontrava-se
ali sentado e, ao passar a procisSão,
fez zombarias. Em dado momento, a pedra afundou
e fixou a marca do personagem e de seus pertences.
Nela estão as marcas de uma pegada com
sapato, a pata de um cachorro, o contorno de
um guarda-chuva e o lugar onde o homem estava
sentado. |
|
|
Capela
de São Joaquim da Grama |
|
|
Com data
de 1887. |
|
|
Igreja
de Nossa Senhora da Piedade |
|
|
Cuja construção
data do fim do século XVIII e início
do século XIX. |
|
|
Estátua
de Fagundes Varela |
|
|
Poeta rioclarense
patrono da cadeira nº 11 da Academia Brasileira
de Letras. |
|
A estrada
foi construída por escravos, toda em
pedra, em 1728, com a finalidade de encurtar
a passagem para o mar do ouro que vinha da região
aurífera de Minas Gerais para o porto
de Angra dos Reis, de onde partia para a Europa.
Em 1822, D. Pedro I utilizou este caminho quando
foi para São Paulo proclamar a Independência.
O único trecho preservado do Caminho
de São Paulo, como a Trilha é
conhecida, tem cerca de 200 m, de onde pode-se
ver o Rio Claro e uma vasta Vegetação
de árvores de médio porte e bambuzais. |
|
Na estrada
para Mangaratiba, é um esmerado trabalho
de engenharia que já teve diversos ornamentos
em bronze como o corrimão que servia
de acabamento e decoração para
a mureta de proteção da Ponte.
Antigos moradores lembram das lindas lanternas
localizadas nas suas duas extremidades. No seu
lado direito descortina-se a vista da Represa,
quando cheia, e do Vale da Serra das Araras. |
|
Ave mitológica
que renasce das cinzas, inaugurado em 10 de
junho de 1944, simbolizando também a
paz entre as Nações e a amizade
entre os povos do mundo inteiro. |
|
|
Centro
Cultural Ludmila Amália Batova
Arambasie |
|
|
Feito sob influência da arquitetura
tcheca, mantém em seu acervo uma galeria
de artes com pinturas a óleo, feitas
por artistas tchecos, um teatro de marionetes,
roupas típicas tchecas e diversos documentos
que retratam a História local.
|
|
|
|
|
|
|
|
|