No Sul de Minas,
a sede 441 Km distante de Belo Horizonte, o município
se assenta numa Área de 145 quilômetros
quadrados. O Rio Mogi-Guaçu é o principal
curso d'água, e a vida econômica tem por
base a agropecuária, destacando-se a produção
de alho, leite, café e feijão, mas desenvolve
também atividades industriais de extração
de felspato, quartzos, caulim e areia para vidros.
Tudo surgiu quando, em 1909, o Governo do Estado doou
à União 810 hectares de terras, para criação
de uma colônia agrícola para estrangeiros.
Os bandeirantes, estabelecidos às margens do
rio Mogi-Guaçu, atraídos pelo ouro das
Gerais, foram os primeiros habitantes da região
onde se situa Inconfidentes.
Foi a agricultura, entretanto, e não mais a mineração,
a atividade que obteve os melhores resultados. O cultivo
do solo constituiu a base econômica do povoado
de Mogi-Acima, antiga denominação de Inconfidentes.
As terras destinadas à atividade agrícola,
desapropriadas pelo governo do Estado, foram doadas
ao governo federal, para instalar naquele local uma
colônia agrícola - Núcleo Colonial
de Ouro Fino - onde colonos estrangeiros viriam a ser
a grande maioria.
O nome atual foi dado na primeira década do séc.
XX, em homenagem aos heróis da Inconfidência
Mineira, com destaque para Alvarenga Peixoto, antigo
proprietário de uma fazenda na região.
Nesta mesma época, iniciou-se a construção
da primeira capela do núcleo. O distrito de Inconfidentes
foi criado em 1953 e o município emancipa-se
em 1962, desmembrando-se de Ouro Fino. O potencial natural
de Inconfidentes é constituído, principalmente,
pelas nascentes que drenam o rio Mogi-Guaçu.
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